Mostrando postagens com marcador profissão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador profissão. Mostrar todas as postagens

23 de novembro de 2012

Enfermeiros poderão prescrever medicamentos antimicrobianos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota de esclarecimento sobre a competência dos profissionais de enfermagem para prescreverem medicamentos antimicrobianos.
A norma em vigor que dispõe sobre o controle de medicamentos antimicrobianos de uso sob prescrição é a RDC nº 20/201, que substituiu todas as normas anteriores que abrangiam o tema e revogou a RDC n° 44/2010. No capitulo II da atual norma, está previsto que a prescrição dos medicamentos abrangidos pela resolução deverá ser realizada por profissionais legalmente habilitados.
Desta forma, o entendimento da Anvisa é que, conforme a Lei Nº 7498/86, os profissionais enfermeiros devidamente habilitados poderão prescrever os medicamentos antimicrobianos quando estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde. A prescrição, entretanto, não pode ser realizada no setor privado.
A Anvisa esclarece ainda que não tem competência legal para regulamentar questões acerca do exercício profissional de nenhuma categoria profissional. Tal função cabe aos conselhos de classe de cada categoria.
 
ABAIXO A ÍNTEGRA NA NOTA DE ESCLARECIMENTO DA ANVISA
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Nota de Esclarecimento
A Anvisa esclarece que não tem competência legal para regulamentar questões acerca do
exercício profissional de nenhuma categoria profissional. Tal função cabe aos conselhos de
classe de cada categoria.
Quando da publicação da RDC 44/2010, que dispõe sobre o controle de medicamentos
antimicrobianos sob prescrição, a Anvisa recebeu o Ofício COREN-RJ n° 641/2011 –
Presidência, de 15 de abril de 2011, requerendo “que esta douta autoridade se digne em
promover adequação dos termos da aludida ementa ao disposto na Lei do Exercício
Profissional da Enfermagem (lei 7.498/86), no que diz respeito à possibilidade de prescrição
pelo enfermeiro de medicamentos antimicrobianos, quando estabelecido em programas de
saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde do qual seja integrante…”
A Anvisa respondeu ao requerente por meio do Ofício n° 016/2011/CSGPC/NUVIG/ANVISA,
de 17 de maio de 2011, no qual esclarece:
“Informamos que foi publicada no Diário Oficial da União de 09 de maio de 2011 a
Resolução – RDC n° 20/2011, que dispõe sobre o controle de medicamentos
antimicrobianos de uso sob prescrição e substitui todas as normas anteriores que
abrangiam o tema, revogando a RDC n° 44/2010.”
….“Com relação ao seu pleito informo que sempre houve da parte desta Instituição a
devida consideração aos serviços prestados pelo profissional enfermeiro, o que houve
de fato, foi uma interpretação equivocada em relação à questão da prescrição e por
isso mesmo, tal distorção foi corrigida na nova resolução, como a seguir:
CAPÍTULO II
DA PRESCRIÇÃO
Art. 4º. A prescrição dos medicamentos abrangidos por esta Resolução
deverá ser realizada por profissionais legalmente habilitados
De toda forma, o entendimento da autoridade sanitária é que os profissionais
enfermeiros devidamente habilitados poderão prescrever os medicamentos de que trata esta
resolução quando estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela
instituição de saúde, conforme Lei Nº 7498/86, neste caso, a prescrição não poderá ser
atendida no setor privado.”

Fonte: Anvisa


[ ... ]

12 de julho de 2012

Pesquisa está traçando perfil dos profissionais de Enfermagem

Uma pesquisa está analisando o perfil da Enfermagem no Brasil, nos aspectos da formação profissional, origem socioeconômica, atualização técnico-científica, qualidade e condições de trabalho, remuneração e participação sociopolítica brasileira. O estudo, que é desenvolvido pelo Ministério da Saúde e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi apresentado nesta terça-feira, 10, ao secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, pela coordenadora da pesquisa na Região Norte, enfermeira Idehize Furtado.

A função da pesquisa é criar condições para o desenvolvimento de políticas públicas, além de criar um banco de dados dos profissionais. Atualmente, no Brasil existem quatro milhões de pessoas atuando na área da saúde; só na área de Enfermagem são 1,4 milhão. Segundo informações do Conselho Regional de Enfermagem (Coren), o Pará tem cerca de 46 mil profissionais atuando legalmente, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares.

O trabalho está sendo desenvolvido em cinco etapas, iniciadas no dia 11 de junho na Região Norte, sequencialmente para a região Sudeste, Nordeste, Sul e agora no Centro-Oeste. A metodologia adotada é coleta de informações em nível federal, estadual e municipal por meio de questionário. Estima-se que 40 mil enfermeiros e técnicos em Enfermagem, selecionados anteriormente e de forma aleatória, receberão o formulário, que pode ser respondido no cartão resposta e enviado, sem custo, pelos Correios ou via internet.

O trabalho é realizado por uma ação conjunta envolvendo a Fiocruz, Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) e a Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde e do Ministério da Saúde, além da rede OberservaRH, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), Associação Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (Anaten) e Fórum Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Escolas de Saúde Pública.
[ ... ]

12 de maio de 2012

Dia Internacional do Enfermeiro


Assinala-se neste sábado, 12 de Maio, o Dia Internacional do Enfermeiro, instituído em homenagem a Florence Nightingale, um marco da enfermagem no mundo e que nasceu nesse dia, em 1820.



A enfermeira britânica, de ascendência italiana, destacou-se durante a Guerra da Criméia (1854) ao transformar o modo de funcionamento do hospital militar do exército inglês na Turquia e ao introduzir mudanças na prestação de cuidados de saúde. 

Florence Nightingale melhorou as condições sanitárias e de higiene e a qualidade de vida dos soldados e, em apenas dois anos, com uma equipe de enfermeiras selecionadas por ela, conseguiu reduzir significativamente a taxa de mortalidade do hospital, provando a importância da profissão. 

Durante os combates da Guerra da Criméia, os soldados fizeram de Florence o seu anjo da guarda pois, de lâmpada na mão, percorria as enfermarias dos batalhões e acampamentos, atendendo os doentes. 

Ao retornar em 1856, adoentada de tifo, Florence recebe um prêmio em dinheiro do governo inglês, em reconhecimento ao seu trabalho. Com este dinheiro, fundou, em 1859, em Londres, a primeira Escola de Enfermagem, no Hospital Saint Thomas, e que passou a servir de modelo para as demais escolas que vieram depois.

No Brasil, além do Dia do Enfermeiro, comemora-se a Semana da Enfermagem entre os dias 12 e 20 de maio em homenagem a Florence Nigthingale e a Ana Néri, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares 

Parabéns a todos estes profissionais e suas equipes de enfermagem que tanto contribuem para o bem estar físico, social e mental do ser humano, promovendo saúde e prevenindo doenças. Que todos possam sempre continuar a fazer a diferença no dia a dia nos estabelecimentos de saúde, ou em outras situações como o Atendimento Pré-hospitalar. Cuidar é a nossa missão. Parabéns!



[ ... ]

16 de janeiro de 2012

MS abre seleção para mil enfermeiros



O Ministério da Saúde divulgou na última terça-feira (10) no Diário Oficial da União o processo seletivo de profissionais da saúde para o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que prevê benefícios a quem atuar nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Sistema Único de Saúde (SUS) de municípios com maior carência. Os interessados deverão se inscrever  até dia 31 deste mês, mesmo prazo que os municípios têm para aderir ao programa. Os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de até 10% na nota dos exames de residência médica que estiverem cursando, para o primeiro ano atuação. Para os enfermeiros e dentistas, há maior facilidade na oferta de emprego e alocação desses profissionais.

 “O Provab é mais um dos programas do Ministério da Saúde que visa ampliar a assistência principalmente aos usuários do SUS que ainda têm dificuldades para acessar serviços e profissionais de saúde. Com isso, esperamos reduzir as desigualdades regionais relacionadas à presença e permanência de profissionais de saúde à disposição da população”, analisa o ministro da Saúde,  Alexandre Padilha.

A estimativa é que 3,7 mil vagas sejam abertas para preenchimento já a partir do próximo mês de fevereiro, sendo duas mil vagas para médicos, mil para enfermeiros e 700 para cirurgiões-dentistas. Os municípios selecionados foram agrupados de acordo com os seguintes perfis: população rural e pobreza intermediária ou elevada; populações quilombola, indígena e assentamentos rurais; capital ou região metropolitana; população maior que 100 mil habitantes.


INSCRIÇÕES
O processo seletivo está dividido em duas fases: a fase de habilitação e a fase de seleção. A fase de habilitação, que se iniciou nesta terça-feira (10), vai até dia 31, e as inscrições serão efetuadas via internet. Poderão se inscrever médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas que tenham concluído a graduação, e que tenham registro profissional junto ao respectivo conselho de classe no início das atividades profissionais. Os candidatos deverão indicar, em ordem de preferência, as seis localidades em que desejam atuar.

Ao preencher o formulário eletrônico, o candidato deverá anexar arquivo contendo cópia do diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso e cópia de documento de identificação com foto. O edital com a descrição detalhada do processo de inscrição foi publicado no Diário Oficial da União.
A relação dos candidatos habilitados a participarem da segunda fase (fase de seleção) será publicada no dia 3 de fevereiro. E as inscrições para a fase de seleção serão efetuadas entre 6 e 10 de fevereiro por meio do <site do Provab>. A relação dos candidatos selecionados para atuar no Provab será publicada no dia 13 de fevereiro.
Terão preferência os candidatos que tiverem se graduado em instituição de ensino superior que for entidade supervisora do município da vaga pretendida; tiverem nascido ou atuarem no mesmo estado da vaga pretendida e tiver maior idade. Também será considerada a ordem de inscrição.

O PROGRAMA
Nesta primeira edição do Provab será firmado contrato de um ano com os profissionais que se inscreverem e forem convocados. Ao final desse período, os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de 10% na nota do exames de residência médica que eles porventura estiverem cursando.
Durante toda a atuação nas unidades de saúde, os profissionais serão tutoriados pelas instituições de ensino superior participantes, que darão suporte presencial e à distância por meio do programa Telessaúde, coordenado pelo Ministério da Saúde para a oferta da chamada “segunda opinião” na assistência aos pacientes do SUS. O programa prevê a Teleassistência e a Teleeducação em Saúde, com destaque para a Atenção Básica.
Conforme o item 5.6. do Edital, a remuneração oferecida pelos Municípios será tornada pública por ocasião da Fase de Seleção de que trata o subitem 3.3, devendo ser equivalente à praticada pela Estratégia da Saúde da Família na região correspondente.


fonte: MS


[ ... ]

15 de janeiro de 2012

Faltam Enfermeiros no Brasil

Brasil tem déficit de enfermeiros pois o país empata com a Índia na segunda pior posição entre 40 nações industrializadas, com apenas 0,9 profissional para cada mil habitantes. 

Quando o assunto é o investimento na formação de enfermeiros, o Brasil possui a segunda pior posição entre os países industrializados. Para cada mil habitantes, existe apenas 0,9 enfermeiro, taxa semelhante à da Índia, e à frente apenas do Chile. Isso é o que revela estudo elaborado pela Organização e Cooperação para o Desenvol­vimento Econômico (OECD na sigla em inglês) com 40 países – os 34 membros da instituição e seis emergentes. 

A oferta de enfermeiros em relação à de médicos também coloca o país em último lugar na pesquisa, com 0,5 enfermeiro para cada médico, mesmo índice dos chilenos. A pesquisa, de 2009 e divulgada neste ano, leva em conta tanto os profissionais com graduação quanto aqueles que atuam como técnicos e auxiliares de enfermagem. 

Para se ter um parâmetro, a Rússia, país com nível de desenvolvimento semelhante ao brasileiro, possui 8,1 enfermeiros por mil habitantes, e 1,9 enfermeiro para cada médico. Já a Índia e a China possuem índices um pouco acima, embora ainda baixos (veja gráfico). No primeiro item, a campeã é a Islândia, com taxa de 15,3 enfermeiros por mil habitantes, e no segundo, a Irlanda, com 5 enfermeiros para cada médico. 


Déficit preocupante 
A pesquisa da OECD reflete um déficit conhecido das associações e conselhos que reúnem os profissionais de enfermagem no país. De acordo com a presidente da seção paranaense da Associação Brasileira de Enfer­­ma­­gem (Aben) e secretária de saúde de Carambeí, nos Campos Gerais, Carmen Moura Santos, o Brasil necessitaria de pelo menos 350 mil profissionais a mais. 

A falta é mais sentida em cidades do interior e nas regiões Norte e Nordeste, onde muitas vezes não há enfermeiros 24 horas por dia nos hospitais, ou então um mesmo enfermeiro assume mais de uma equipe ou é responsável por mais de uma unidade básica de saúde, o que é proibido por lei. “A distribuição é muito desigual, e em alguns locais esse índice [apresentado pela pesquisa] pode ser ainda menor, o que impacta na qualidade do serviço”, diz a enfermeira. 

Pela lei, há diferenças entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Apenas o primeiro pode prescrever cuidados e é sempre o chefe da equipe, enquanto os demais podem executar os serviços, sempre sob a supervisão do enfermeiro. Cada equipe deve ter um enfermeiro, e deve haver sempre um profissional desta categoria à disposição 24 horas por dia.


Cuidados 
A desigualdade na relação entre enfermeiros e médicos impacta negativamente na saúde, de acordo com o membro do Cons­elho Federal de Enfer­magem (Cofen) Antônio Marcos Freire. “O médico é responsável pelo diagnóstico e por indicar o tratamento, mas é o enfermeiro que prescreve os cuidados e tem maior contato com o paciente. Logo, se estão em menor número, essa parte fica comprometida.” 

Freire dá um exemplo que ilustra bem os problemas decorrentes dessa desproporcionalidade, que envolve a hora de dar à luz. Geralmente, cabe ao médico fazer o parto, mas é o enfermeiro o responsável por acompanhar a parturiente e ajudá-la com procedimentos que aliviem a dor, como massagens, mudanças na posição do leito e técnicas de respiração. Com o déficit, é comum que muitas não tenham esse acompanhamento.

“O enfermeiro pode ajudar a mulher nesse momento de ansiedade, ajudando-a a fazer a força necessária e a economizar energia. Em casos em que ela é orientada de forma incorreta ou nem é orientada, é comum que não tenha forças para empurrar o bebê e acabe sendo necessária uma cesária, aumentando os risco de morte materna”, diz Freire. 


Preconceito é histórico 
Historicamente, a Enfermagem sempre foi vista como um ofício menor se comparado com a Me­­di­­cina, embora ambas tenham pa­­peis igualmente importantes na área de Saúde. “É uma questão de cul­­tura. A Medicina é uma ciência mais antiga, e o status social do médico sempre foi maior do que o do enfermeiro. Isso começa a mu­­dar, até porque é o enfermeiro que está 24 horas com o paciente, e as pessoas começam a valorizá-lo”, analisa a coordenadora do Curso de Enfermagem da Facul­dade Evan­­gélica, Amarilis Schia­von Paschoal. 

Antônio Mar­­­­­cos Freire lembra que a En­­fer­magem tam­­bém sofreu preconceitos por ser historicamente uma profissão feminina, já que o ma­­chismo quando essa ciência surgiu considerava inferiores os ofícios ligados ao gênero. Quando escolheu seguir a profissão, há 15 anos, ele sofreu resistência inclusive dos pais. “Havia a ideia de que a Medi­ci­­na era para os homens e a Enfer­magem para as mulheres, pe­­la no­­­­ção de subserviência que havia entre as duas funções, da enfermeira servindo ao médico.” “As pessoas sempre reclamam por mais médicos, pois elas querem consulta, querem tratar, to­­mar re­­médios, mas o que faltam mesmo são mais enfermeiros, que focam principalmente nos cuidados e na qualidade de vida através da prevenção”, diz a presidente da Asso­ciação Brasileira de Enfer­ma­­gem no Paraná, Carmen Moura Santos. 



fonte: GazetadoPovo | Cofen 

[ ... ]

6 de janeiro de 2012

Força Nacional do SUS


O Ministério da Saúde abriu o cadastro para voluntários que queiram se inscrever na Força Nacional do SUS. O banco de voluntários será organizado pelo Ministério da Saúde, que poderá acionar os profissionais, conforme cada situação de emergência.

Podem se cadastrar profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) - médicos Intervencionistas, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e condutores de veículos de urgência; profissionais de saúde dos hospitais universitários, dos institutos nacionais e da rede assistencial hospitalar federal, estadual e municipal.

“Essa oportunidade (de participar da Força) é única no sentido de fazer um trabalho, de maneira organizada e estruturada, que vai ajudar as pessoas e comunidades envolvidas em situações adversas de grande porte”, salienta o coordenador de Urgência e Emergência, do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso.

Cléber Verona é enfermeiro e já se inscreveu para ajudar a população em caso de calamidade e desastres naturais. “É uma experiência, principalmente, de vida. A gente cresce principalmente como profissional, mas também como ser humano”, diz.

“O pré-requisito é que ele tenha alguma capacitação em urgência", diz Paulo de Tarso, coordenador de urgência e emergência do Ministério da Saúde. A meta do Ministério da Saúde é selecionar cerca de mil voluntários em todo o país. A partir de fevereiro, já começam a ser convocados para treinamentos nas áreas de atuação, possivelmente em seus estados de origem.

A  participação  dos  profissionais  na  Força  Nacional  da  Saúde  não  ensejará  remuneração  e  será considerado  serviço  público  relevante,  entretanto,  serão  fornecidas  passagens  e  diárias  para  as categorias profissionais de acordo com os critérios estabelecidos no MS.

O envio de reforço a outros países, como em 2010, durante o terremoto no Haiti, não está descartado pelo Itamaraty.

A Força Nacional do SUS foi criada em 2011 para agir no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico (surtos de leptospirose após enchentes, por exemplo) que exijam uma resposta rápida e coordenada, apoio logístico e equipamentos adequados de saúde.


TREINAMENTO - Os candidatos que integrarem as equipes passarão por atividades de capacitação e processo de educação permanente obedecendo aos critérios definidos ministério.

Saiba mais
Força Nacional atenderá vítimas de desastres
 
fonte: MS

[ ... ]

12 de julho de 2011

Bombeiro Sangue Bom 2011

Bombeiros promovem campanha de doação de sangue em SP.


O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo iniciou desde 2 de julho – em comemoração às festividades do “Dia do Bombeiro Brasileiro”, a 8ª edição da Campanha “Bombeiro Sangue Bom”, onde os bombeiros paulistas se engajarão para realizar o maior número possível de doações de sangue no período da campanha que vai até o dia 31 de julho de 2011.
Para doar, basta comparecer em um centro de coleta de sua cidade e dizer que está doando para a campanha do Corpo de bombeiros. Se não há centro de coleta em sua cidade ligue para o Corpo de  bombeiros local e diga que deseja doar e será agendado e providenciado transporte para os locais de doação.


ORIENTAÇÕES PARA A DOAÇÃO DE SANGUE

- Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 65 anos de idade e com mais de 50 kg de peso;
- O doador tem que estar alimentado e descansado e evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação e também estar há 24 horas sem ingerir álcool e 2 horas sem fumar;
- O doador deve apresentar documento original com foto;
- Mulheres podem doar sangue mesmo no período menstrual;
- Quem fez tatuagem há mais de um ano pode doar sangue;
- Dietas para emagrecimento não impedem a doação de sangue, desde que a perda não tenha comprometido a saúde;
- A doação de sangue não engrossa e nem afina o sangue;
- Doando sangue você não ganha nem perde peso;
- A doação de sangue não oferece ao doador nenhum risco de contrair doenças infecciosas;
- Uma doação sua pode salvar quatro vidas.


Fonte: www.corpodebombeiros.sp.gov.br
@bombeirosPMESP
[ ... ]

12 de maio de 2011

12 de maio - Dia do Enfermeiro


Comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro anualmente em 12 de Maio, em referência a Florence Nightingale, um marco da enfermagem moderna.

No Brasil a data foi instituída em meados dos anos 40 em homenagem a dois grandes personagens da enfermagem no mundo: Florence Nigthingale (e que nasceu em 12 de maio de 1820) e Anna Nery (falecida em 20 de maio de 1880), enfermeira brasileira e a primeira enfermeira a se alistar voluntariamente em combates militares. E é neste intervalo que a Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) entre os dias 12 (Dia do Enfermeiro) e 20 de maio (Dia do Técnico de Enfermagem) prepara um tema anualmente.
Este ano o tema o que faz parte da programação da 72ª Semana Brasileira de Enfermagem é: “Cuidado de Enfermagem, ética e inovação”.

O enfermeiro é o líder da assistência. Vários cuidados são necessários à assistência do paciente, conforme o que foi prescrito pelo enfermeiro, ele coordenará funções com o intuito de participar e integrar a busca na qualidade e humanização dos cuidados. O enfermeiro é portanto o responsável pelo planejamento das tarefas a serem executadas pelos técnicos e auxiliares de enfermagem.

O coração da equipe é a enfermagem, que também deve ser sinônimo de organização. A enfermagem é a equipe parceira e presente de todos os profissionais de saúde.


"Ser enfermeira significa...
Que nunca estarás aborrecida.
Que estarás sempre frustrada por não conseguir abraçar o mundo.
Que estarás rodeada de desafios.
Tanto que fazer em tão pouco tempo.
Terás imensa responsabilidade e pouca autoridade.
Irás superar as alegrias e as tristezas.
Sabe que o sucesso ou o insucesso de um grande empreendimento,
É decidido pela capacidade de dar atenção aos pequenos detalhes.
Mas o mais importante,
É que entrarás na vida das pessoas e farás a diferença."



Parabéns aos enfermeiros não só por esse dia, mas por todos os 365 dias do ano em que exercem a missão sagrada de cuidar do próximo, com ética e humanização.
 


[ ... ]

23 de janeiro de 2011

Dr. Google não sabe tudo! (e muitas vezes, nada!)


Na dúvida sobre saúde, remédios e tratamentos, o dr. Google é logo acionado pela maioria dos brasileiros. Mas muito cuidado! Veja onde acessar informações confiáveis sobre saúde na internet.
No país, mais de 80% da população usa a internet para buscar informações médicas. O problema é que apenas um quarto das pessoas se certifica de que a fonte das informações é confiável.
Médicos, Enfermeiros e profissionais da saúde recomendam que os pacientes se informem sobre seu estado de saúde, mas, de preferência, em bons sites. No entanto, alertam para evitar o autodiagnóstico e comparações com histórias de blogs pessoais.
Também dizem para desconfiar, claro, de páginas que oferecem tratamento ou induzem a usar um produto específico (como remédios de marcas específicas ou fórmulas emagrecedoras).

É importante ver quem mantém o site. Têm mais credibilidade os que pertencem a universidades, sociedades médicas e hospitais. 

Não desabono o Google como fonte de pesquisa para qualquer assunto, porém é bom lembrar que em qualquer pesquisa seja sobre qualquer assunto, convém verificar portanto a qualidade e a credibilidade da fonte da informação, porque, é comum circularem textos dando a autoria à quem nunca as escreveu ou disse qualquer palavra sobre o assunto. Na internet, qualquer pessoa pode inserir informações, e nem sempre isso é feito com responsabilidade.

Em reportagem da Folha (caderno equilíbrio e saúde), especialistas de diferentes áreas (ver mais abaixo) indicaram 20 sites de referência, com boas informações para leigos, em português. 

*
ASSOCIAÇÕES DE PACIENTES
Associação Brasil Parkinson
Na página inicial, dá para baixar o guia do cuidador do paciente com Parkinson. Na seção de fisioterapia, um teste indica quais exercícios podem ser feitos por quem tem a doença, de acordo com suas possibilidades. O site também informa sobre atividades como coral de pacientes.
Associação Nacional de Assistência ao Diabético
Informa sobre como armazenar, transportar e usar a insulina e tem um arquivo de receitas. A seção de histórias em quadrinhos traz todas as informações sobre a doença para o público infantil.
Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Chron
Diagramas benfeitos explicam sintomas das doenças, que atacam o sistema digestivo, e exames (como são feitos e o que o paciente sente). O site também tem um fórum de pacientes, com histórias e contatos de portadores das doenças.
Instituto Espaço de Vida
Tem dados de fácil entendimento sobre câncer, estudos e vídeos educativos. O site também informa sobre outras doenças, como anemia falciforme e acromegalia (excesso de produção de hormônio do crescimento).
Instituto Oncoguia
O portal para pacientes com câncer é completo, respondendo a dúvidas sobre tratamento e bem-estar (com informações sobre nutrição, terapias, sexualidade e próteses). O site tem até uma página que ajuda a escolher perucas, com endereços de lojas no Rio e em São Paulo.
Associação dos Celíacos
Voltada para os pacientes com intolerância a glúten, tem lista de alimentos permitidos e proibidos, lojas de produtos sem glúten em cada Estado, receitas e informações sobre como fazer exames gratuitos em São Paulo. 

*
INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E REFERÊNCIAS
Manual Merck de Informação Médica
A versão on-line da reconhecida enciclopédia médica tem explicações sobre o funcionamento dos órgãos, com imagens didáticas, e sobre doenças, tudo dividido pelas partes do corpo. O site tem um "tradutor" de termos médicos, que pode ajudar na hora de ler bulas de remédios.
Biblioteca Virtual de Saúde
No site do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, é possível encontrar pesquisas brasileiras e internacionais. Depois de digitar o assunto, dá para filtrar os resultados por idioma, periódico e tipo de estudo.
Agência Fiocruz
No site de notícias da Fundação Oswaldo Cruz, há boletins sobre novas pesquisas da instituição e um glossário de doenças, além de páginas especiais sobre leishmaniose e hanseníase.
Drauzio Varella
A página do médico e colunista da Folha foi lançada recentemente. Tem textos didáticos sobre doenças dosmais diversos tipos. Há uma boa enciclopédia com termos de saúde (de AVC a vitiligo) e bem-estar, vídeos e podcasts, entrevistas com especialistas e testes (por exemplo, para avaliar o grau de dependência do cigarro). 

*
OFICIAIS
Ministério da Saúde
As informações são gerais e resumidas. A seção "Saúde para Você" é dividida em saúde do homem, da criança, do idoso, da pessoa com deficiência e saúde mental. Na página dedicada à mulher, há dados sobre o parto, pré-natal, menopausa, câncer de mama e de útero e uma cartilha de cuidados de saúde para lésbicas e bissexuais.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Na seção "Cidadão", há uma lista de assuntos de interesse, como bulas de remédios. Na área "Relacionamento com a Sociedade", o site responde a dúvidas sobre alimentos, cosméticos e dá orientações para viajantes (que vacinas tomar, por exemplo).
Inca (Instituto Nacional do Câncer)
Na página inicial, há um link para dicas de prevenção do câncer de pele, com dados sobre autoexame e fatores de risco. A seção "Câncer", tem explicações sobre cada tumor e orientações para pacientes e familiares. Traz estatísticas sobre a incidência do câncer no país. 

*
SOCIEDADES MÉDICAS E ASSUNTOS ESPECÍFICOS
Associação Brasileira de Psiquiatria
A seção "Informe-se" tem textos sobre TOC (Transtorno Obsessivo- Compulsivo), transtornos alimentares, depressão, deficit de atenção e dependência química. No link "Psiquiatria para uma vida melhor", dá para assistir a palestras em vídeo sobre doenças mentais.
Ginecologia
O site, criado em 1997 pelo ginecologista Sérgio dos Passos Ramos, traz matérias sobre doenças femininas, exames de rotina (quais são e como são feitos), problemas sexuais, o corpo da mulher, contracepção, menopausa e infertilidade.
Sociedade Brasileira de Diabetes
Completa, a página responde às dúvidas sobre a doença no link "Tudo sobre o Diabetes". O destaque é a página de nutrição, que ensina a decifrar os rótulos de alimentos e a contar carboidratos, medidas importantes para quem tem a doença e precisa controlar os níveis de açúcar
Sociedade Brasileira de Cardiologia
A biblioteca virtual tem informações sobre hipertensão, estresse, obesidade e tabagismo. Os dados são bemresumidos, mas esclarecem as principais dúvidas. O site tem boletins sobre alimentação saudável e testes. Um deles calcula quanto dinheiro a pessoa gasta com cigarros e o risco de doenças coronárias.
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica
A seção de perguntas frequentes responde dúvidas sobre nutrição, transtornos alimentares, obesidade infantil, cirurgia de redução de estômago e remédios emagrecedores. Receitas light e orientações sobre como não se descontrolar na hora de fazer compras no supermercado são encontradas no endereço.
Sociedade Brasileira de Urologia
No link "Saúde Urológica", estão informações sobre impotência e orientações preventivas. A página de urologia de A a Z explica termos médicos relacionados à saúde do homem, como andropausa. No link "Vídeos urológicos", especialistas como o infectologista Davi Uip falam sobre doenças masculinas.
Cirurgia Plástica
O portal é completo e fácil de navegar, com orientações sobre como escolher um cirurgião, cuidados pré e pós-operatório e artigos, que incluem textos sobre como evitar cicatrizes, cirurgias masculinas e métodos de colocação de próteses de silicone nos seios, como por meio da axila.

Fontes: Antonio Carlos Lopes, clínico-geral da Unifesp; César Jardim, cardiologista do HCor; Max Mano, oncologista do Hospital Sírio-Libanês; Gilberto Saute, proctologista; Moises Chencinski, pediatra; Reginaldo Albuquerque, endocrinologista; Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia; Renério Fráguas, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do HC de São Paulo;  Sérgio Ramos, ginecologista; Rogério Lima, ortopedista; Walter Montenegro, cirurgião plástico; Elesiário Caetano Jr, gastrocirurgião do hospital Edmundo Vasconcelos.


Fonte: FolhaOnline 
 
[ ... ]

20 de janeiro de 2011

20 de janeiro. Dia nacional do Farmacêutico

A profissão é antiga surgiu no início do século X com os primeiros boticas e apotecas, profissionais considerados os percussores das farmácias modernas. No Brasil, a profissão foi regulamentada apenas em 1960 pelo então presidente Juscelino Kubitschek. Da época, até os dias atuais, o profissional se transformou e tornou-se mais qualificado.

Formação
Para se tornar um profissional da área é necessário cursar uma faculdade com duração média de cinco anos. Entre as disciplinas o aluno participa de aulas teóricas sobre química orgânica e inorgânica, toxicologia, microbiologia, anatomia, parasitologia e controle de qualidade. O curso tem também aulas práticas que ocupam grande parte da carga horária. Os profissionais formados podem atuar em diversos campos: hospitalar, análises clínicas, análises toxicológicas, pesquisa científica, farmácias e drogarias, saúde pública e vigilância sanitária ou na indústria farmacêutica.

O farmacêutico estuda os remédios, cosméticos e alimentos industrializados de modo a garantir sua eficácia e segurança na produção e utilização pelo consumidor. Pode atuar na pesquisa, produção e distribuição dos mesmos, sendo obrigatório o registro no Conselho Regional de Farmácia.


O que faz
O profissional de farmácia deve testar as substâncias, sejam as utilizadas em remédios, alimentos ou em artigos de perfumaria, para saber de que modo reagem no organismo humano. A ele cabe também registrar as novas drogas e verificar se, porventura, os produtos chegam contaminados, alterados ou fora dos padrões ao consumidor final. No setor farmacêutico, pode atuar na indústria ou no comércio. Na primeira, pesquisa e testa princípios ativos (que serão usados em medicamentos) e a aplicação de novas drogas. Na segunda, controla a venda de remédios nas farmácias, drogarias, hospitais e postos de saúde.
Há ainda a farmácia de manipulação, onde administra a preparação de remédios e fórmulas individualizadas, conforme prescrição médica.
Em cosmetologia, formula cosméticos e produtos higiênicos, além de controlar sua qualidade.
E no setor alimentício, pode implantar novos métodos de processamento de alimentos em indústrias, bem como fiscalizar com que rigor são produzidos.

A data
Várias entidades farmacêuticas se reuniram em São Paulo (SP) em 1985 para escolher uma data para homenagear o farmacêutico. A mais votada foi 5 de agosto, dia do nascimento de Rodolpho Albino Dias da Silva. Em 1926, ele escreveu a primeira farmacopeia brasileira, um livro com as fórmulas dos medicamentos aprovados pelo Estado. Em 1988, foi proposto ao Conselho Federal de Farmácia - CFF -que a data fosse transferida para o dia da fundação da Associação Brasileira de Farmácia, que ocorreu no mesmo ano. Por isso, apesar da data oficial ser 5 de agosto, o Dia do Farmacêutico é comemorado em 20 de janeiro.


fonte: Segs/SaoFrancisco/Jambo



[ ... ]

28 de dezembro de 2010

28 de dezembro. Dia do Guarda-vidas

Na praia, na piscina, eles estão sempre lá no alto vigiando e observando os banhistas. Qualquer sinal de perigo mergulham na água para fazer o resgate. Já salvaram a vida de muitas pessoas, evitando o afogamento. Dar os primeiros-socorros de forma adequada é fundamental para que a vítima não fique com seqüelas.

Mas não é só salvar. O Guarda-Vidas também é responsável por atividades de prevenção, com o objetivo de evitar acidentes nas praias de mar ou de água doce (rios, lagos e lagoas) e também de piscinas, através de orientações rotineiras e campanhas educativas.

Embora não haja uma data oficial criada por lei, no Brasil é costume comemorar o Dia do Salva-vidas em 28 de dezembro. A escolha da data remonta a origem bíblica, já que se refere ao dia do Anjo Damabiah - da hierarquia do arcanjo Gabriel - responsável pelo bem-estar das pessoas que vivem do mar, para o mar e próximos do mar.

Portanto o Guarda-vidas é o profissional apto a realizar medidas preventivas, educacionais, de orientação e de salvamento em ambientes aquáticos, evitando afogamentos e preservando a vida de quem estiver em perigo. Em muitas cidades litorâneas, há guarda-vidas em praias mais freqüentadas e/ou perigosas, para pronto atendimento aos banhistas ou para avisar dos riscos provocados por animais como águas-vivas ou tubarões. Praticamente todos os países litorâneos do mundo possuem algum tipo de operação salva-vidas ou guarda costeira.

Esta profissão surgiu no século XX, e a Inglaterra foi um dos primeiros países a desenvolver o serviço de Salva-Vidas.


Você sabe a diferença de salva-vidas e guarda-vidas?
Para algumas fontes não há distinção. Mas guarda-vidas é o profissional de salvamento aquático e salva-vidas é uma qualidade de um objeto (Exemplo: colete salva-vidas).
 

[ ... ]

23 de dezembro de 2010

25 de dezembro. Dia do intensivista brasileiro


No dia de fundação da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva - SOBRATI (25/12/2003), ficou instituindo pela mesma como o Dia do Intensivista Brasileiro como homenagem a todos os profissinais Intensivistas.


Feliz Dia do Intensivista
25 de Dezembro de 2010

Dia da Solidariedade, da Compaixão, da Fraternidade e da Família.

''Nascia a SOBRATI , Qualificando, Humanizando e Democratizando as UTI's Brasileiras ''

Em 7 Anos de Brilho, Luz e Reconhecimento. Ensinando a fazer UTI.
 
[ ... ]

14 de dezembro de 2010

Conselho de Enfermagem orienta pacientes para a prevenção de erros


O presidente do Conselho Regional de Enfermagem de SP (Coren-SP), Cláudio Porto, em entrevista ao SPTV desta segunda-feira (13), alerta pacientes e acompanhantes para os procedimentos tomados em hospitais e prontos-socorros. Algumas dicas e orientações podem prevenir erros de profissionais da saúde.

Segundo Porto, o paciente deve exigir durante o processo assistencial a identificação perfeita do profissional que está atendendo com o nome, fotografia legível e a categoria profissional. “Se for criança ou idoso, que seja um técnico de enfermagem que é o profissional mais competente do que o auxiliar”. Também é essencial pedir a presença do enfermeiro da unidade.

Peça para ver o produto que será utilizado no tratamento e questione o profissional. “Não sente passivamente na cadeira ou deite numa cama”. O profissional não deve conduzir todo o processo sem qualquer questionamento.

Sobre as condições dos profissionais de enfermagem, o presidente explica que existem três tipos: o auxiliar de enfermagem, que tem o ensino fundamental completo mais um curso de um ano na área; o técnico de enfermagem, que tem o ensino médio completo e o curso de técnico na área; e o enfermeiro, que é o profissional que fez faculdade.

Para ele, teria que ter um auxiliar para cada cinco crianças, um técnico para cada cinco crianças e um enfermeiro para cada dez. “Não é essa a realidade que a gente encontra nos hospitais que têm convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), porque a remuneração é extremamente abaixo do custo operacional”.

Rótulos em recipientes
Em hospitais, o caminho que o medicamento percorre até o paciente é sempre uma preocupação. “Pode haver erro na hora da interpretação da prescrição médica, por exemplo, não entender a letra do médico”, fala a coordenadora de enfermagem, Elizabethe Akemi Nishio.

Nas farmácias dos hospitais, os profissionais separam os remédios prescritos pelos médicos e as equipes de enfermagem aplicam as doses. Uma das medidas para evitar a troca de medicamentos que são muito parecidos é mantê-los em embalagens diferentes.

O Hospital de Transplantes, na Zona Sul da capital, usa rótulos de cores diferentes para identificar os remédios. Para diminuir os riscos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que os profissionais de enfermagem sigam um protocolo de atendimento. Verificar se é a dose certa, da droga certa, para o paciente certo e qual é a via certa (boca, veia, reto, músculo, pele) para aplicar e o horário certo. Assim, o resultado será certo.

Para o superintendente do Hospital de Transplantes, Otávio Becker, o cuidado redobrado dos profissionais de saúde tem que ser uma filosofia. “Todo mundo tem que checar tudo o que está fazendo, para evitar qualquer tipo de risco, qualquer tipo de engano. Porque a gente sabe que o engano faz parte do ser humano, mas a gente não pode achar que isso é normal.”

Veja reportagem completa:



fonte: G1-SP
[ ... ]

Anvisa promove formulário de "Erro de medicação" para profissionais

A segurança dos pacientes passa pela preocupação de como os medicamentos são prescritos, dispensados, administrados e monitorados nos estabelecimentos de saúde. Quanto melhor preparado estiver um serviço de saúde visando à prevenção de erros, mais seguro estará o paciente. Uma das abordagens sobre esse tema é o desenvolvimento de programas de avaliação e prevenção de erros de mediação em todas as instituições de saúde.

Erro de medicação é qualquer evento evitável que, de fato ou potencialmente, pode levar ao uso inadequado de medicamento. Isso significa que o uso inadequado pode ou não lesar o paciente, e não importa se o medicamento se encontra sob o controle de profissionais de saúde, do paciente ou do consumidor.

O erro pode estar relacionado à prática profissional, produtos usados na área da Saúde, procedimentos, problemas de comunicação, incluindo-se prescrição, rótulos, embalagens, nomes, preparação, dispensação, distribuição, administração, educação, monitoramento e uso de medicamentos.

A possibilidade da prevenção é uma das diferenças marcantes entre as reações adversas e os erros de medicação. Os erros de medicação são por definição preveníveis.

As causas mais comuns dos erros são as comunicações insuficientes ou inexistentes; ambigüidade nos nomes dos produtos, semelhanças físicas entre produtos; semelhanças na forma de escrita dos nomes dos produtos; semelhanças entre a sonoridade dos nomes de produtos e procedimentos; formas de recomendações de uso, abreviações médicas ou formas de escrita; procedimentos e técnicas inadequadas ou incorretas; uso indevido pelo paciente pela pouca compreensão do seu uso adequado.

Geralmente, os erros de medicação são eventos complexos, envolvendo múltiplas etapas, procedimentos e pessoas.

Por isso, é necessária uma revisão de todas as etapas do ciclo do medicamento para a identificação da cadeia de falhas, quando da investigação de um erro. A seguir, estão alguns processos e análises que podem fazer parte de uma investigação:

Prescrição
Avaliação da necessidade e seleção do medicamento correto;
Inividualização do regime terapêutico;
Estabelecimento da resposta terapêutica desejada.

Dispensação
Revisão da prescrição;
Processamento da prescrição;
Mistura e preparo dos medicamentos;
Dispensação dos medicamentos de maneira adequada e oportuna.

Administração
Administração do medicamento correto para o paciente correto;
Administração do medicamento quando indicado;
Informação ao paciente sobre a medicação;
Inclusão do paciente no processo de administração.

Monitorização
Monitorização e documentação da resposta do paciente;
Identificação e notificação de eventos adversos aos medicamentos;
Reavaliação da seleção do medicamento, regime, freqüência e duração do tratamento.

Sistemas e gerenciamento do controle

Colaboração e comunicação entre os responsáveis pelos cuidados de saúde;
Revisão e gerenciamento do regime farmacoterapêutico do paciente.

Após esta etapa, é possível gerar hipóteses do porque ocorreu o erro e, considerando sua natureza prevenível, é possível fazer um plano corretivo ou preventivo. Trabalhar para que o mesmo evento não ocorra mais, é um dos maiores benefícios de se ter um sistema de registro e avaliação de erros nas instituições de saúde.

Assim, a Anvisa recomenda que os serviços de saúde possuam sistemas ou programas de avaliação e prevenção de Erros de Medicação em nível institucional. Esse programa tem como objetivo:

_Promover a busca e identificação dos erros humanos e institucionais e promover a prevenção dos acidentes nos cuidados à saúde;
_Estimular a incorporação de novos conhecimentos sobre origem das ameaças a segurança dos pacientes;
_Aumentar a conscientização e criar a comunicação e o diálogo para aprimorar a segurança dos pacientes e
_Desenvolver abordagens em informação, relacionamento colaborativo e educacional que promova a segurança do paciente.

Para alcançar esses objetivos, o programa institucional de avaliação e prevenção de Erros de Medicação deve:

_Identificar, relatar e analisar as causas de eventos adversos no cuidado a saúde;
_Aumentar a compreensão do impacto de mudanças nos sistemas de saúde, a partir dos erros;
_Desenvolvimento de métodos para evitar eventos adversos preveníveis;
_Avaliar a efetividade das técnicas projetadas para alterar comportamentos para prevenir erros e aumentar a segurança.

Os erros que acontecem em uma dada instituição de saúde podem estar ocorrendo simultaneamente em outras. O fato de identificar erros e notificá-los para a vigilância sanitária, mesmo que de forma anônima, pode contribuir para prevenir ou minimizar erros semelhantes em outros locais.

Assim, a área de Farmacovigilância da Anvisa disponibiliza o formulário de "Erro de medicação" a todos os profissionais da saúde e instituições que pretendam notificar erros de medicação. As notificações são sigilosas. A seguir está o link para notificação:


As notificações são avaliadas e, caso seja pertinente, serão emitidos alertas e informes com o objetivo de prevenir ou minimizar os erros de medicação.

Notificando erros de medicação poderemos ter serviços e produtos cada vez mais seguros para nossos pacientes.


fonte: Anvisa
[ ... ]

 

©2009 Navegando e Aprendendo com a Enfermagem | Template adaptado de TNB

Web Statistics