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16 de janeiro de 2012

MS abre seleção para mil enfermeiros



O Ministério da Saúde divulgou na última terça-feira (10) no Diário Oficial da União o processo seletivo de profissionais da saúde para o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que prevê benefícios a quem atuar nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Sistema Único de Saúde (SUS) de municípios com maior carência. Os interessados deverão se inscrever  até dia 31 deste mês, mesmo prazo que os municípios têm para aderir ao programa. Os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de até 10% na nota dos exames de residência médica que estiverem cursando, para o primeiro ano atuação. Para os enfermeiros e dentistas, há maior facilidade na oferta de emprego e alocação desses profissionais.

 “O Provab é mais um dos programas do Ministério da Saúde que visa ampliar a assistência principalmente aos usuários do SUS que ainda têm dificuldades para acessar serviços e profissionais de saúde. Com isso, esperamos reduzir as desigualdades regionais relacionadas à presença e permanência de profissionais de saúde à disposição da população”, analisa o ministro da Saúde,  Alexandre Padilha.

A estimativa é que 3,7 mil vagas sejam abertas para preenchimento já a partir do próximo mês de fevereiro, sendo duas mil vagas para médicos, mil para enfermeiros e 700 para cirurgiões-dentistas. Os municípios selecionados foram agrupados de acordo com os seguintes perfis: população rural e pobreza intermediária ou elevada; populações quilombola, indígena e assentamentos rurais; capital ou região metropolitana; população maior que 100 mil habitantes.


INSCRIÇÕES
O processo seletivo está dividido em duas fases: a fase de habilitação e a fase de seleção. A fase de habilitação, que se iniciou nesta terça-feira (10), vai até dia 31, e as inscrições serão efetuadas via internet. Poderão se inscrever médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas que tenham concluído a graduação, e que tenham registro profissional junto ao respectivo conselho de classe no início das atividades profissionais. Os candidatos deverão indicar, em ordem de preferência, as seis localidades em que desejam atuar.

Ao preencher o formulário eletrônico, o candidato deverá anexar arquivo contendo cópia do diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso e cópia de documento de identificação com foto. O edital com a descrição detalhada do processo de inscrição foi publicado no Diário Oficial da União.
A relação dos candidatos habilitados a participarem da segunda fase (fase de seleção) será publicada no dia 3 de fevereiro. E as inscrições para a fase de seleção serão efetuadas entre 6 e 10 de fevereiro por meio do <site do Provab>. A relação dos candidatos selecionados para atuar no Provab será publicada no dia 13 de fevereiro.
Terão preferência os candidatos que tiverem se graduado em instituição de ensino superior que for entidade supervisora do município da vaga pretendida; tiverem nascido ou atuarem no mesmo estado da vaga pretendida e tiver maior idade. Também será considerada a ordem de inscrição.

O PROGRAMA
Nesta primeira edição do Provab será firmado contrato de um ano com os profissionais que se inscreverem e forem convocados. Ao final desse período, os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de 10% na nota do exames de residência médica que eles porventura estiverem cursando.
Durante toda a atuação nas unidades de saúde, os profissionais serão tutoriados pelas instituições de ensino superior participantes, que darão suporte presencial e à distância por meio do programa Telessaúde, coordenado pelo Ministério da Saúde para a oferta da chamada “segunda opinião” na assistência aos pacientes do SUS. O programa prevê a Teleassistência e a Teleeducação em Saúde, com destaque para a Atenção Básica.
Conforme o item 5.6. do Edital, a remuneração oferecida pelos Municípios será tornada pública por ocasião da Fase de Seleção de que trata o subitem 3.3, devendo ser equivalente à praticada pela Estratégia da Saúde da Família na região correspondente.


fonte: MS


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6 de janeiro de 2012

Força Nacional do SUS


O Ministério da Saúde abriu o cadastro para voluntários que queiram se inscrever na Força Nacional do SUS. O banco de voluntários será organizado pelo Ministério da Saúde, que poderá acionar os profissionais, conforme cada situação de emergência.

Podem se cadastrar profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) - médicos Intervencionistas, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e condutores de veículos de urgência; profissionais de saúde dos hospitais universitários, dos institutos nacionais e da rede assistencial hospitalar federal, estadual e municipal.

“Essa oportunidade (de participar da Força) é única no sentido de fazer um trabalho, de maneira organizada e estruturada, que vai ajudar as pessoas e comunidades envolvidas em situações adversas de grande porte”, salienta o coordenador de Urgência e Emergência, do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso.

Cléber Verona é enfermeiro e já se inscreveu para ajudar a população em caso de calamidade e desastres naturais. “É uma experiência, principalmente, de vida. A gente cresce principalmente como profissional, mas também como ser humano”, diz.

“O pré-requisito é que ele tenha alguma capacitação em urgência", diz Paulo de Tarso, coordenador de urgência e emergência do Ministério da Saúde. A meta do Ministério da Saúde é selecionar cerca de mil voluntários em todo o país. A partir de fevereiro, já começam a ser convocados para treinamentos nas áreas de atuação, possivelmente em seus estados de origem.

A  participação  dos  profissionais  na  Força  Nacional  da  Saúde  não  ensejará  remuneração  e  será considerado  serviço  público  relevante,  entretanto,  serão  fornecidas  passagens  e  diárias  para  as categorias profissionais de acordo com os critérios estabelecidos no MS.

O envio de reforço a outros países, como em 2010, durante o terremoto no Haiti, não está descartado pelo Itamaraty.

A Força Nacional do SUS foi criada em 2011 para agir no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico (surtos de leptospirose após enchentes, por exemplo) que exijam uma resposta rápida e coordenada, apoio logístico e equipamentos adequados de saúde.


TREINAMENTO - Os candidatos que integrarem as equipes passarão por atividades de capacitação e processo de educação permanente obedecendo aos critérios definidos ministério.

Saiba mais
Força Nacional atenderá vítimas de desastres
 
fonte: MS

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27 de julho de 2011

Dia Nacional da Prevenção de Acidentes de Trabalho - 27 de julho


O mercado de trabalho não tem só bons exemplos. Especialistas dizem que o Brasil tem números altíssimos e preocupantes. O último levantamento da Previdência Social é de 2009 e mostra que naquele ano aconteceram 723 mil casos de acidente no trabalho, com quase 2,5 mil mortes. Uma média de sete por dia. Pelo menos 43% delas ficaram mais de 15 dias afastadas do serviço.

No topo ranking estão o estado de São Paulo, com mais de 246 mil casos, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Os números são referentes aos trabalhadores com carteira assinada.

O levantamento mostra que 48% dos acidentes ocorreram no setor da indústria. A construção civil está entre as atividades que lideram esse ranking, junto com o transporte.

Estas estatísticas podem estar subdimensionadas, segundo o secretário do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília, João Barbosa. Ele afirma que a maioria das empresas se nega a emitir o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) da Previdência Social para evitar o pagamento de impostos e de um serviço médico especializado. “Eles colocam uma placa de frente ao canteiro da obra dizendo que nós estamos a 100, 200 dias sem acidente, mas aquela placa não é verdadeira. Muitos trabalhadores que adoecem ou sofrem acidentes são mandados para casa, a empresa fica abonando o dia dele até ele se recuperar e quando se recupera é mandado embora”, explica.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção e da Madeira na Bahia (Sintracom-BA), Florisvaldo Bispo dos Santos, acidentes poderiam ser evitados nos canteiros de obras se houvesse treinamento adequado para os operários inexperientes. "Na maioria das vezes, [os empresários] trazem o trabalhador do interior com pouca instrução para uma grande obra e esquecem de qualificá-lo. A falta de conhecimento também mata", disse.

O presidente da Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Antônio Carlos Gomes, acredita que os empresários estão cada vez mais pressionados a adotar medidas de prevenção, principalmente depois que o governo decidiu cobrar mais pelo seguro acidente de trabalho para as empresas que registram grande número de ocorrências.

“A diretriz de premiar aqueles que não têm acidentes é perfeita e as empresas se sentem pressionadas”, disse Gomes. Ele acrescentou que as empresas são obrigadas a ofertar treinamento aos seus funcionários assim que são contratados, porém reconhece que nem todos cumprem as normas.

De janeiro a junho deste ano, o Ministério do Trabalho aplicou 34.658 autuações a empresas, de diversos setores econômicos, que descumpriram normas de segurança e saúde no ambiente de trabalho.

Saiba mais:
Dia Nacional da Prevenção de Acidentes de Trabalho 2010


Fonte:  G1 | AgBrasil

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12 de maio de 2011

12 de maio - Dia do Enfermeiro


Comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro anualmente em 12 de Maio, em referência a Florence Nightingale, um marco da enfermagem moderna.

No Brasil a data foi instituída em meados dos anos 40 em homenagem a dois grandes personagens da enfermagem no mundo: Florence Nigthingale (e que nasceu em 12 de maio de 1820) e Anna Nery (falecida em 20 de maio de 1880), enfermeira brasileira e a primeira enfermeira a se alistar voluntariamente em combates militares. E é neste intervalo que a Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) entre os dias 12 (Dia do Enfermeiro) e 20 de maio (Dia do Técnico de Enfermagem) prepara um tema anualmente.
Este ano o tema o que faz parte da programação da 72ª Semana Brasileira de Enfermagem é: “Cuidado de Enfermagem, ética e inovação”.

O enfermeiro é o líder da assistência. Vários cuidados são necessários à assistência do paciente, conforme o que foi prescrito pelo enfermeiro, ele coordenará funções com o intuito de participar e integrar a busca na qualidade e humanização dos cuidados. O enfermeiro é portanto o responsável pelo planejamento das tarefas a serem executadas pelos técnicos e auxiliares de enfermagem.

O coração da equipe é a enfermagem, que também deve ser sinônimo de organização. A enfermagem é a equipe parceira e presente de todos os profissionais de saúde.


"Ser enfermeira significa...
Que nunca estarás aborrecida.
Que estarás sempre frustrada por não conseguir abraçar o mundo.
Que estarás rodeada de desafios.
Tanto que fazer em tão pouco tempo.
Terás imensa responsabilidade e pouca autoridade.
Irás superar as alegrias e as tristezas.
Sabe que o sucesso ou o insucesso de um grande empreendimento,
É decidido pela capacidade de dar atenção aos pequenos detalhes.
Mas o mais importante,
É que entrarás na vida das pessoas e farás a diferença."



Parabéns aos enfermeiros não só por esse dia, mas por todos os 365 dias do ano em que exercem a missão sagrada de cuidar do próximo, com ética e humanização.
 


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20 de março de 2011

22 de março é o Dia mundial da água


As principais bacias brasileiras apresentam problemas de poluição.  E a cada dia os recursos hídricos estão cada vez mais vulneráveis e ameaçados. A conseqüência dessa situação é a redução de água tratada oferecida à população.

A água é de fundamental importância para a vida de todas as espécies. Aproximadamente 80% de nosso organismo é composto por água. Boa parte dos pesquisadores concorda que a ingestão de água tratada é um dos mais importantes fatores para a conservação da saúde, é considerada o solvente universal, auxilia na prevenção das doenças (cálculo renal, infecção de urina, etc.) e proteção do organismo contra o envelhecimento.

O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural: a água.

A Data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

       Países pobres são os mais prejudicados com a escassez
       e a falta de qualidade dos recursos hídricos
O tema do Dia mundial da água neste ano é “Água para as cidades: respondendo ao desafio urbano” e tem o objetivo de incentivar os governos, organizações, comunidade e indivíduos a participarem ativamente na resolução do desafio da gestão das águas.

Então como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.


Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


fonte: GuiaDigital/Terra/Uol/ONU
 
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2 de janeiro de 2011

Os preços de uma alimentação saudável


Uma alimentação mais saudável pode ser incentivada por meio de uma política de ajuste de preços dos alimentos.

Por meio da isenção de impostos sobre alimentos saudáveis e do aumento de impostos sobre os não saudáveis é possível estimular o consumo dos primeiros e promover uma dieta mais adequada da população.

Preço da saúde
Se o preço das frutas e hortaliças baixasse em 10%, o total de calorias ingeridas pela população, provenientes desses alimentos, aumentaria em quase 7,9%. [Imagem: Ag.USP]
A proposta é de um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, que partiu da ideia de que os valores de comidas e bebidas influenciam nos hábitos alimentares.

"Buscamos analisar como o preço estimula ou desestimula o consumo de certos alimentos", explica o nutricionista Rafael Moreira Claro, autor do estudo. No caso de frutas e hortaliças, se o seu preço baixasse em 10%, o total de calorias ingeridas provenientes desses alimentos aumentaria em quase 7,9%.



Fiscalização necessária

De acordo com o estudo, atualmente, frutas, legumes e verduras são a parte mais cara de uma dieta.

"Se uma pessoa quiser ingerir 1.000 calorias comendo apenas estes alimentos, precisaria de quase R$ 4,50 enquanto, hipoteticamente, poderia conseguir a mesma quantidade de calorias ingerindo açúcar com apenas R$ 0,3 (30 centavos)", relata Moreira Claro.

Assim, para não encarecer a refeição, a população de baixa renda acaba comendo menos frutas e hortaliças, alimentos saudáveis que poderiam fazer parte da dieta em maior proporção.

"Uma redução nos impostos sobre estes produtos ajudaria na diminuição de seu preço e no consequente aumento de seu consumo", observa o nutricionista, que ressalta: "A diminuição das taxas, porém, deve ser acompanhada de publicidade que avise ao consumidor sobre tal redução. Caso contrário o supermercado pode não repassar essa baixa de preço e continuar vendendo pelo mesmo valor".


Imposto da saúde

Em relação aos alimentos não saudáveis a pesquisa analisou as chamadas bebidas adoçadas (refrigerantes, bebidas energéticas e esportivas, além de sucos adoçados com açúcar) e apontou que se o seu preço aumentasse em 10%, seu consumo cairia em 8,4%.

Para induzir o aumento do valor, a sobretaxação dos refrigerantes seria uma medida possível e traria benefícios à sociedade na medida em que reduziria o consumo de uma bebida responsável por causar obesidade.

"O refrigerante não causa a obesidade sozinho, mas sua relação com a doença é evidente" alerta o nutricionista. Ele explica também que a diminuição na ingestão de bebidas adoçadas diminuiria os custos com o atendimento à saúde, em casos de obesidade e outras doenças crônicas. "O governo sairia ganhando, ainda que aumentar os impostos seja, num primeiro momento, uma medida impopular".


Renda familiar

O maior ou menor consumo de alimentos saudáveis também é impactado pela variação da renda de uma família. Tal impacto, porém, é menor do que o causado por uma baixa nos preços. Um aumento de 10% na renda familiar, por exemplo, aumentaria apenas em 2,7% o total de calorias ingeridas provenientes de frutas e hortaliças. O fato é justificado em função da diluição desse aumento de renda na aquisição de inúmeros outros bens e serviços.

Moreira Claro elucida que a questão dos impostos é o jeito mais simples de influenciar no consumo porque o preço afeta a todos de uma forma global e o impacto é mais direto quando valores são alterados, para mais ou para menos.

Além disso, nas classes mais altas, onde o poder aquisitivo já é significativo, o aumento da renda influencia ainda menos na compra de alimentos saudáveis. "Uma política de ajuste de preços, barateando os alimentos saudáveis e encarecendo os não saudáveis, é uma saída que traria mais efeito sobre a qualidade da dieta", finaliza.


fonte: AgenciaUSP
 
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23 de dezembro de 2010

25 de dezembro. Dia do intensivista brasileiro


No dia de fundação da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva - SOBRATI (25/12/2003), ficou instituindo pela mesma como o Dia do Intensivista Brasileiro como homenagem a todos os profissinais Intensivistas.


Feliz Dia do Intensivista
25 de Dezembro de 2010

Dia da Solidariedade, da Compaixão, da Fraternidade e da Família.

''Nascia a SOBRATI , Qualificando, Humanizando e Democratizando as UTI's Brasileiras ''

Em 7 Anos de Brilho, Luz e Reconhecimento. Ensinando a fazer UTI.
 
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22 de dezembro de 2010

TV Canal Saúde é nova emissora inaugurada


Profissionais de todo o país passam agora a contar com um canal de informação e mobilização sobre os assuntos relacionados à saúde. O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deixou de ser um veículo de comunicação meramente virtual para se transformar em uma emissora de TV. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou oficialmente nesta terça-feira (21) a TV Canal Saúde, que pode ser sintonizada por antenas parabólicas em todo o país. Um acordo do Ministério da Saúde com a Oi TV também permitirá que o canal seja sintonizado por intermédio dessa operadora por conselhos municipais e estaduais de Saúde, a partir de 2011. O objetivo é facilitar o acesso da população à programação, que inclui, por exemplo, orientações sobre prevenção a doenças e promoção da saúde.

Nesta terça-feira, foram assinados um acordo de cooperação entre os ministérios da Saúde, da Educação, da Ciência e Tecnologia e da Cultura, nomeando o Canal Saúde gestor da faixa dedicada à área da saúde na TV digital pública, além de duas portarias. Em uma delas, consta que o Canal Saúde representará o Ministério da Saúde nos comitês de programação e gestão da TV digital. A outra portaria formaliza o compromisso do Canal Saúde como responsável pelo canal da saúde na Oi TV.

"Esta ação inaugura uma nova era no campo da comunicação em saúde. E esta é, para mim, uma questão contemporânea e central no que diz respeito ao futuro do Sistema Único de Saúde (SUS): o campo da disseminação da informação", ressaltou o ministro. "A saúde recebe agora um grande estímulo, um espaço que leve mais informação aos profissionais e, não apenas a eles, mas à população".

A principal veiculação da nova emissora é por intermédio de antena parabólica digital. Outra forma de veiculação é um canal exclusivo na Oi TV. A operadora de TV por assinatura deve doar mais de 5 mil kits de recepção (antena da Oi, receptor digital e aparelho de televisão) aos conselhos municipais e estaduais de saúde, facilitando o acesso à programação do Canal Saúde.

Durante 16 anos, o Canal Saúde funcionou como um canal virtual. Ao se transformar em uma emissora de televisão, passa a gerenciar um canal próprio, inicialmente, com 12 horas de programação ininterrupta, das 9h às 21h. O investimento do Ministério da Saúde e da Fiocruz para transformá-lo em emissora de TV foi de R$ 5,9 milhões.

"É uma emissora que nasce, com certeza, pelo tamanho do SUS. O Sistema Único merecia um canal de saúde" - reforçou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Antonio Alves. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Reinaldo Guimarães, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, também participaram da inauguração do Canal Saúde.


Medicamento contra tuberculose
Na cerimônia, foi firmado um acordo entre a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), com o laboratório indiano Lupin para a fabricação de uma combinação de medicamentos (4 em 1) contra a tuberculose. A medida, além de viabilizar a produção nacional, visa reduzir o abandono do tratamento pelos pacientes de tuberculose. A estimativa é que a tuberculose hoje custe R$ 11 milhões por ano aos cofres públicos.

"Um dos grandes problemas mais importantes no tratamento da tuberculose é o fato de os pacientes terem de tomar os medicamentos por pelo menos seis meses. Além disso, hoje se tem o tratamento em medicamentos separados. Então, são muitos comprimidos por dia. Esses são alguns dos fatores que explicam a baixa adesão, o que queremos evitar", apontou o ministro, destacando que a parceria, ainda, reduz a dependência da produção externa desses medicamentos.


Institutos nacionais
Temporão ainda inaugurou a Sala Adolpho Lutz, onde funciona a direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e assinou portarias que designam o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) como Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente e Instituto Nacional de Infectologia, respectivamente. Outra portaria assinada pelo ministro definiu que a Fiocruz, por meio de seu presidente, coordenará a elaboração da proposta de um futuro Instituto Nacional de Neurociências.

Os Institutos Nacionais são órgãos auxiliares do Ministério da Saúde no desenvolvimento, na coordenação e na avaliação das ações integradas para a saúde. Cada um na sua especialidade – saúde da mulher, da criança e do adolescente e infectologia –, eles têm entre suas atribuições planejar, coordenar e realizar pesquisa clínica, básica, aplicada, biomédica, epidemiológica e em ciências sociais em saúde; formar profissionais para o SUS; fortalecer a capacidade nacional de resposta frente a emergências e ameaças à saúde pública; coordenar redes colaborativas nacionais e internacionais; e desenvolver atividades assistenciais de referência no âmbito do SUS, entre outras.

O Instituto de Neurociências, quando criado, deverá conjugar atividades de pesquisas básicas e aplicadas; de planejamento e formulação de políticas públicas; e de formação e treinamento de cientistas e profissionais na área do cérebro, mente, comportamento e sistema nervoso.


fonte: MS
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Novo Ministro da Saúde com perfil técnico recebe elogios


O perfil do médico infectologista Alexandre Padilha, escolhido para o Ministério da Saúde pela presidente eleita Dilma Roussef (PT), agradou diferentes militantes do setor, apesar de sua pequena experiência como gestor. Eles o classificaram como um político com bom currículo técnico. Também houve entusiasmo na chegada do ministro atual, José Gomes Temporão (PMDB), em 2007, que dispunha de uma experiência um pouco maior.

O futuro titular da Saúde, atual ministro das Relações Institucionais e militante do PT, é formado pela Universidade Estadual de Campinas e tem pós-graduação em infectologia pela Universidade de São Paulo. No Pará, coordenou um plano de enfrentamento da malária. O trabalho chamou a atenção do então secretário executivo do Ministério da Saúde, Gastão Campos. Foi Campos, professor da Unicamp, que o levou em 2005 à direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), durante crise causada por mortes de crianças em aldeias.

Para o presidente da Associação Paulista de Saúde Pública, Paulo Capucci, o fato de Padilha fazer parte do núcleo duro da presidente é bom para a saúde. "A escolha recoloca o SUS como prioridade para o governo federal", afirma Capucci, que espera que a expansão da oferta de serviços e o financiamento da saúde sejam prioridade - a área de saúde foi uma das mais mal avaliadas pela população no governo Lula, apontam pesquisas.

"Entre os ventilados, ele era o que tinha melhores condições de abrir diálogo com os movimentos sociais", diz Francisco Batista Júnior, presidente do Conselho Nacional de Saúde, que cobra de Padilha o combate à terceirização de serviços na saúde pública. "Uma pessoa que trabalhou no combate à malária é melhor que um medalhão que não entenda nada do Sistema Único de Saúde", continuou.

"Apesar de não ser um sanitarista histórico, é bom que tenha um perfil político, pois as grandes reformas necessárias no SUS são políticas, como a regulamentação da emenda 29 (que definiu o quanto as esferas de governo devem gastar em saúde) e a regulação da relação entre os planos de saúde e o SUS", disse Mário Scheffer, pesquisador da área de planos de saúde na Universidade de São Paulo.

"Estivemos com ele para falar de uma carreira de Estado para os médicos e nos parece tecnicamente adequado e capaz de conduzir diálogos", afirmou José Luiz Gomes do Amaral, da Associação Médica Brasileira. 
fonte: Estadao
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14 de dezembro de 2010

Anvisa promove formulário de "Erro de medicação" para profissionais

A segurança dos pacientes passa pela preocupação de como os medicamentos são prescritos, dispensados, administrados e monitorados nos estabelecimentos de saúde. Quanto melhor preparado estiver um serviço de saúde visando à prevenção de erros, mais seguro estará o paciente. Uma das abordagens sobre esse tema é o desenvolvimento de programas de avaliação e prevenção de erros de mediação em todas as instituições de saúde.

Erro de medicação é qualquer evento evitável que, de fato ou potencialmente, pode levar ao uso inadequado de medicamento. Isso significa que o uso inadequado pode ou não lesar o paciente, e não importa se o medicamento se encontra sob o controle de profissionais de saúde, do paciente ou do consumidor.

O erro pode estar relacionado à prática profissional, produtos usados na área da Saúde, procedimentos, problemas de comunicação, incluindo-se prescrição, rótulos, embalagens, nomes, preparação, dispensação, distribuição, administração, educação, monitoramento e uso de medicamentos.

A possibilidade da prevenção é uma das diferenças marcantes entre as reações adversas e os erros de medicação. Os erros de medicação são por definição preveníveis.

As causas mais comuns dos erros são as comunicações insuficientes ou inexistentes; ambigüidade nos nomes dos produtos, semelhanças físicas entre produtos; semelhanças na forma de escrita dos nomes dos produtos; semelhanças entre a sonoridade dos nomes de produtos e procedimentos; formas de recomendações de uso, abreviações médicas ou formas de escrita; procedimentos e técnicas inadequadas ou incorretas; uso indevido pelo paciente pela pouca compreensão do seu uso adequado.

Geralmente, os erros de medicação são eventos complexos, envolvendo múltiplas etapas, procedimentos e pessoas.

Por isso, é necessária uma revisão de todas as etapas do ciclo do medicamento para a identificação da cadeia de falhas, quando da investigação de um erro. A seguir, estão alguns processos e análises que podem fazer parte de uma investigação:

Prescrição
Avaliação da necessidade e seleção do medicamento correto;
Inividualização do regime terapêutico;
Estabelecimento da resposta terapêutica desejada.

Dispensação
Revisão da prescrição;
Processamento da prescrição;
Mistura e preparo dos medicamentos;
Dispensação dos medicamentos de maneira adequada e oportuna.

Administração
Administração do medicamento correto para o paciente correto;
Administração do medicamento quando indicado;
Informação ao paciente sobre a medicação;
Inclusão do paciente no processo de administração.

Monitorização
Monitorização e documentação da resposta do paciente;
Identificação e notificação de eventos adversos aos medicamentos;
Reavaliação da seleção do medicamento, regime, freqüência e duração do tratamento.

Sistemas e gerenciamento do controle

Colaboração e comunicação entre os responsáveis pelos cuidados de saúde;
Revisão e gerenciamento do regime farmacoterapêutico do paciente.

Após esta etapa, é possível gerar hipóteses do porque ocorreu o erro e, considerando sua natureza prevenível, é possível fazer um plano corretivo ou preventivo. Trabalhar para que o mesmo evento não ocorra mais, é um dos maiores benefícios de se ter um sistema de registro e avaliação de erros nas instituições de saúde.

Assim, a Anvisa recomenda que os serviços de saúde possuam sistemas ou programas de avaliação e prevenção de Erros de Medicação em nível institucional. Esse programa tem como objetivo:

_Promover a busca e identificação dos erros humanos e institucionais e promover a prevenção dos acidentes nos cuidados à saúde;
_Estimular a incorporação de novos conhecimentos sobre origem das ameaças a segurança dos pacientes;
_Aumentar a conscientização e criar a comunicação e o diálogo para aprimorar a segurança dos pacientes e
_Desenvolver abordagens em informação, relacionamento colaborativo e educacional que promova a segurança do paciente.

Para alcançar esses objetivos, o programa institucional de avaliação e prevenção de Erros de Medicação deve:

_Identificar, relatar e analisar as causas de eventos adversos no cuidado a saúde;
_Aumentar a compreensão do impacto de mudanças nos sistemas de saúde, a partir dos erros;
_Desenvolvimento de métodos para evitar eventos adversos preveníveis;
_Avaliar a efetividade das técnicas projetadas para alterar comportamentos para prevenir erros e aumentar a segurança.

Os erros que acontecem em uma dada instituição de saúde podem estar ocorrendo simultaneamente em outras. O fato de identificar erros e notificá-los para a vigilância sanitária, mesmo que de forma anônima, pode contribuir para prevenir ou minimizar erros semelhantes em outros locais.

Assim, a área de Farmacovigilância da Anvisa disponibiliza o formulário de "Erro de medicação" a todos os profissionais da saúde e instituições que pretendam notificar erros de medicação. As notificações são sigilosas. A seguir está o link para notificação:


As notificações são avaliadas e, caso seja pertinente, serão emitidos alertas e informes com o objetivo de prevenir ou minimizar os erros de medicação.

Notificando erros de medicação poderemos ter serviços e produtos cada vez mais seguros para nossos pacientes.


fonte: Anvisa
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COFEN e FNE se reúnem depois de anos de afastamento


Depois de anos de afastamento, o Conselho Federal de Enfermagem e a Federação Nacional dos Enfermeiros se reuniram na manhã de quinta-feira (09) e consolidaram união em prol dos interesses da categoria.

Na oportunidade, o presidente do Cofen, Dr. Manoel Carlos Neri da Silva, e a presidente recém-eleita da FNE, Solange Aparecida Caetano, discutiram estratégias conjuntas que venham a acelerar projetos em benefício da profissão. Além disso, Neri parabenizou e reconheceu a vitória da nova presidente. “O Cofen reconhece como legítimo o processo eleitoral que ocorreu recentemente na FNE, culminando com a posse da atual diretoria, presidida pela Dra. Solange Aparecida”, afirmou. Estiveram na pauta da reunião assuntos como o projeto de lei das 30 horas da enfermagem (PL 2295/2000); a pesquisa Perfil da Enfermagem, que será desenvolvida em parceria com a Fiocruz e entidades representativas da área; a revisão da Lei do Exercício, e a lei do Ato Médico, que vem mobilizando diversas profissões da saúde contra a sua aprovação.

Ao falar sobre a importância da união entre Cofen e FNE, a presidente avaliou como algo essencial ao processo de valorização e fortalecimento da Enfermagem em todo o país. “Se eu não sentar com o Conselho para discutir questões de interesse da enfermagem, não teremos como resolver os possíveis problemas dos nossos profissionais e nem garantir a qualidade da assistência à população”, declarou Solange Aparecida.


Fonte: COFEN
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10 de dezembro de 2010

Dia Nacional das APAEs - 11 de dezembro

As APAEs, prestam um importante serviço ao Brasil, nas suas várias áreas tais como: a de defesa de direitos; trabalho em comunidade; promoção da saúde para um envelhecimento saudável; apoio à família; atendimento educacional especializado; e a importante missão de promover a inclusão das pessoas com deficiência tanto quanto possível nas escolas comuns, no mercado de trabalho ou incluindo estas em programas sócio educacionais ou oficinas dentro da própria instituição.

O dia 11 de dezembro de 1954 foi a data de fundação da primeira APAE do Brasil, e esta data ficou consagrada desde 2001, instituída pela lei nº 10.242, como o Dia Nacional das APAEs.

A inclusão nas APAEs não dá-se apenas na área educacional ou no mercado de trabalho, pois as escolas especiais proporcionam aos seus assistidos, atividades esportivas nas escolas, jogos regionais, olimpíadas em níveis estadual e nacional, e muitos dos seus atletas tem participado de olimpíadas internacionais e jogos especiais em outros países.

A inclusão também é feita através do desenvolvimento da arte e da música, nas escolas especiais, através de oficinas, concursos e festivais regionais e em níveis estadual e nacional. Além disso, faz-se a inclusão nas APAEs através de atividades laborativas em oficinas terapêuticas, oficinas protegidas e de produção.

As Escolas de Educação Especial tem muitos desafios a vencer, pois ainda faltam políticas públicas para atender pessoas com deficiências nas áreas de educação, saúde, esporte, arte, profissionalização e amparo na velhice. Nos últimos anos foram cortados recursos para vários programas que eram financiados pelo governo federal, entre estes a complementação ao atendimento às pessoas com deficiências, apoio à aquisição de veículos para o transporte escolar, apoio à adequação de prédios escolares para a educação especial e apoio à formação de profissionais para a educação especial.

Com 56 anos de existência, a instituição forma uma rede que reúne a Federação Nacional das Apaes, 23 Federações das Apaes nos estados e mais de 2100 entidades, em todo o país. A Rede conta com os pais, amigos, pessoas com deficiência, voluntários, profissionais e instituições parceiras – públicas e privadas – para promover e defender os direitos de cidadania e a inclusão social dos brasileiros com deficiência.

O mês de dezembro é marcado por outras datas que celebram e criam oportunidades de conscientização da sociedade para a luta em defesa dos direitos das pessoas com deficiência. No dia 3 de dezembro, por exemplo, é comemorado o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e, o dia 5, é o Dia da Acessibilidade e, também, o Dia Internacional do Voluntário, membro essencial no trabalho das organizações do terceiro setor.


fonte: FEAPAEs
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9 de dezembro de 2010

Novo teste permite diagnóstico da Tuberculose em até duas horas


A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou nesta quarta-feira (8) um teste rápido para diagnosticar a tuberculose. A medida deve surtir forte impacto sobre os países pobres mais afetados pela doença. Os exames tradicionais demoram até três meses para apresentar alguma conclusão - tempo que agora será reduzido para pouco mesmo de duas horas.

Durante a avaliação, o teste NAT (de amplificação de ácido nucléico) mostrou eficiência para diagnosticar tanto a tuberculose inicial quanto aquela resistente a multidrogas (MDR-TB) e a agravada pelo vírus HIV, da aids – as duas últimas, mais difíceis de diagnosticar. O exame é inteiramente automatizado e usa técnicas avançadas de exame por DNA.

Outra das vantagens deste teste é não ter de recorrer aos microscópios nos laboratórios já que o método recai num novo tipo de tecnologia e necessita apenas de energia eléctrica. A eficácia deste método foi testada durante os 18 meses na África do Sul, em Uganda e no Lesoto, regiões africanas com alta incidência de tuberculose, conforme anuncia a OMS em comunicado.

A OMS estipula que a novidade permitirá triplicar o número de diagnósticos de pacientes com tuberculose resistente a medicamentos e duplicar os casos da doença associada ao HIV. Para os 116 países pobres onde a tuberculose é endêmica, será oferecido um desconto de 70% no valor, que pode cair ainda mais com o aumento da demanda.

"Este novo teste constitui um marco importante para o diagnóstico da tuberculose. Ele também representa uma nova esperança para os milhões de pessoas que estão em maior risco dessa e de outras doenças resistentes a medicamentos" disse Mario Raviglione, diretor do Departamento de contenção da tuberculose da OMS. Só no ano passado, a tuberculose matou 1,7 milhões de pessoas e infectou outras 9,4 milhões.

A partir de agora, o desafio do novo aparelho é apenas conseguir que seja implantado. Ele é fabricado pela empresa americana Cepheid e o seu desenvolvimento foi financiado por fundações como a de Bill e Melinda Gates.


fonte: Veja-Saude/CienciaHoje-PT
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3 de dezembro de 2010

3 de dezembro é o dia internacional do Deficiente físico


A nossa sociedade ainda não está preparada para tratar dos limites e diferenças do outro. E os deficientes físicos são pessoas que sofrem muito com isso. Quando a sociedade não dá o mínimo de condições para que pessoas portadoras de deficiência física exerçam sua cidadania, percebemos essa falta de preparo ao lidar com pessoas diferentes.

Simples atos do dia-a-dia e aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como andar em um ônibus, ir a um banco ou supermercado ou simplesmente andar pelas ruas se torna muito difícil quando se necessita de ajuda de terceiros. Os impedimentos na vida dos deficientes devem ser eliminados, mas não por piedade. É direito constitucional do deficiente ser incluído na sociedade. E os deficientes são pessoas produtivas, a debilidade de um membro não significa a debilidade da mente.

No Brasil, desde o dia 24 de outubro de 1989, vigora uma lei que assegura aos deficientes o exercício de seus direitos individuais e sociais, além de sua efetiva integração social. Em termos reais, isso significa que os valores básicos de igualdade e oportunidade devem ser respeitados, assim como de qualquer pessoa. Os deficientes, levando em conta suas limitações, têm direito à oferta de educação especial gratuita, atendimento domiciliar de saúde ao deficiente grave, inserção no mercado de trabalho no setor público e privado e facilidade de acesso em edificações e vias públicas.

O desrespeito a essas condições básicas do deficiente é considerado crime perante a justiça. Negar emprego sem justa causa, não aceitar matrícula de um aluno deficiente são crimes que podem levar até quatro anos de prisão. Os deficientes pagam seus impostos e também votam, por isso devem ter seus direitos cumpridos.

Podemos considerar como deficiência física, quando alguma parte do organismo humano não apresenta um funcionamento perfeito, porém isso não pode ser considerado como diferença, pois existem várias pessoas com os mesmos tipos de limitações que as tornam normais dentro de suas possibilidades.

Com o passar dos anos, a deficiência passou a ser vista como uma necessidade especial, pois as pessoas precisam de tratamentos diferenciados e especiais para viver com dignidade. Sabemos que isso não acontece, pois o mundo não é adaptado para essas pessoas, que sofrem muito em seu dia a dia.

Podemos nos certificar das capacidades dos portadores de necessidades especiais nos jogos paraolímpicos, onde os mesmos atingem recordes e conquistam várias medalhas. Participam de várias modalidades esportivas, como atletismo, futebol, natação, basquete, dentre outras.

A sociedade já mudou muito nos últimos anos em relação às necessidades especiais, mas ainda temos muito que melhorar. Hoje em dia podemos ver essas pessoas trabalhando em empresas, como supermercados, lanchonetes, restaurantes, farmácias, escolas, pois a lei obriga que um percentual dos funcionários sejam portadores de necessidades especiais, como forma de garantir-lhes oportunidades no mercado de trabalho.

Dessa forma têm assegurado a integração social além de conviverem com valores de igualdade de oportunidades. Mas será que isso realmente acontece? Pensem nisso!


fonte: BrasilEscola/IBGE
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