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29 de outubro de 2011

Dia mundial de combate ao AVC - 29/10


A cada seis segundos uma pessoa morre em consequência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, uma doença que pode ser prevenida com hábitos de vida saudáveis.

A Organização Mundial de Derrame (World Stroke Organization) neste dia convoca o lema "Um em cada seis", em uma dupla alusão ao fato de que uma em cada seis pessoas sofrerá um derrame cerebral na vida e à morte a cada seis segundos de um indivíduo por esta causa.

O AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos.

As previsões indicam que a incidência de AVC seguirá crescendo, assim como as doenças coronárias e o câncer, e passará dos 6 milhões de casos anuais em 2010 para quase 8 milhões ao ano até 2030.

No Brasil, o AVC é a primeira causa de morte e incapacidade. De acordo a Sociedade Brasileira de Neurologia (SBN), a cada cinco minutos uma pessoa é vítima de AVC, o que contabiliza cerca de 100 mil mortes ao ano em decorrência da doença no país.

"Se identificados e modificados os fatores de risco há possibilidades de reduzir a incidência e a taxa de mortalidade deste mal devastador", chama a atenção o professor holandês Freek Verheugt, do hospital Onze Lieve Vrouwe Gasthuis de Amsterdã, em nota da Sociedade de Cardiologia Europeia.

Para prevenir um AVC, a WSO recomenda conhecer os fatores pessoais de risco como pressão alta, diabetes e colesterol, além fazer exercícios, combater a obesidade com dieta saudável, limitar o consumo de álcool, parar de fumar, assim como aprender a reconhecer os sinais de aviso de um derrame.

Sintomas
Os sintomas são: adormecimento repentino, especialmente de um lado do corpo; dificuldade para falar ou enxergar; perda de equilíbrio ou vertigem e forte enxaqueca sem causa aparente.

Segundo Verheugt, qualquer destes sintomas deve ser levado muito a sério, já que "o AVC é uma urgência médica e todo minuto ganho pode fazer diferença para a sobrevivência". "Uma perda de tempo é uma perda de função cerebral", alerta o especialista.

Causas
O derrame ocorre quando uma artéria que leva oxigênio ao cérebro é obstruída por um coágulo de sangue (derrame isquêmico) ou se rompe (derrame hemorrágico). Privadas de oxigênio e nutrientes, as células cerebrais morrem e a gravidade do AVC depende da extensão e da localização do dano produzido.

Segundo relatório publicado em 2010 com dados de 22 países, os principais fatores de risco individuais são a hipertensão (35%), a relação entre a circunferência do quadril e da cintura (26,5%) e o fumo (19%).

Verheugt ressaltou o risco para as pessoas com ritmo cardíaco irregular. A essas recomendou procurar o médico, já que os anticoagulantes podem reduzir a probabilidade de um derrame em até 70%.


Em São Paulo
Com o objetivo de alertar e educar a população sobre os sintomas do derrame dentro da Campanha Nacional de Combate ao AVC, os hospitais Santa Paula, Albert Einstein e Paulistano, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, oferecem avaliação de risco e orientações à população no Parque do Ibirapuera neste domingo, dia 30 de outubro.

O atendimento será das 09h às 14h. Serão montadas algumas tendas com postos de atendimento à população para verificação de glicemia, pressão arterial, circunferência abdominal, peso, altura e índice de massa corpórea. Folhetos explicativos serão entregues pela equipe multidisciplinar dos apoiadores do evento e faixas com orientações primárias sobre os sinais e sintomas do AVC serão expostas.


fonte: Terra|UOL|Segs


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6 de junho de 2011

Dia nacional de luta contra Queimaduras

No Dia nacional de luta contra Queimaduras, saiba como prevenir

Em 6 de junho de 2009 foi instituído o Dia Nacional de Luta contra Queimaduras, com o objetivo de conscientizar sobre os riscos, já que a maioria dos casos ocorre dentro de casa com crianças entre 0 e 9 anos. "As queimaduras podem e devem ser evitadas. Não apenas pelo trauma causado, pelo difícil processo de recuperação, mas também porque ao contrário de outras doenças, deixam deformidades para o resto da vida", disse o cirurgião plástico Luiz Philipe Molina Vana, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras - Regional SP.
A queimadura se caracteriza pelo contato com substâncias que aumentam a temperatura e provocam a destruição das camadas que compõem a pele. Ela tem vários níveis, identificados conforme o tipo de lesão:

Queimadura de primeiro grau
Comum durante o verão, é aquela que deixa a pele vermelha e sensação de ardência. Ela é superficial, ou seja, a lesão foi apenas da epiderme.
 
Queimadura de segundo grau
Também pode ocorrer por ação do sol. Neste caso, são destruídas camadas mais profundas da pele. É uma lesão mais dolorosa, com bolhas. É comum que ela ocorra em pessoas que utilizam bronzeadores caseiros, como o óleo das folhas de figo, o urucum e o óleo de avião. Estas substâncias podem provocar até mesmo intoxicação.
O uso de produtos químicos sobre a pelé, sem orientação médica e sob ação dos raios solares, pode ser ainda mais grave

Queimadura de terceiro grau
A lesão é profunda e séria. Suas vítimas precisam ser submetidas à cirurgia para a retirada das partes necrosadas e a realização de um enxerto.

De acordo com o Ministério da Saúde entre as principais causas de queimaduras estão as substâncias quentes: líquidos, alimentos ou água quente, e são responsáveís por cerca de 59% dos casos. As causadas por fogo ou chama são 16,8%, e objetos quentes, 13,7% do total.

No Estado da Saúde de São Paulo apenas em 2010 houve quase nove internações diárias por queimaduras pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Das 3.188 hospitalizações por queimadura registradas na rede pública no ano passado, 80% foram relativas a lesões de médio e grande portes.


Saiba como prevenir os acidentes com dicas da Sociedade Brasileira de Queimaduras, clicando neste link.


fonte: Terra |  Segs | CB
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28 de dezembro de 2010

28 de dezembro. Dia do Guarda-vidas

Na praia, na piscina, eles estão sempre lá no alto vigiando e observando os banhistas. Qualquer sinal de perigo mergulham na água para fazer o resgate. Já salvaram a vida de muitas pessoas, evitando o afogamento. Dar os primeiros-socorros de forma adequada é fundamental para que a vítima não fique com seqüelas.

Mas não é só salvar. O Guarda-Vidas também é responsável por atividades de prevenção, com o objetivo de evitar acidentes nas praias de mar ou de água doce (rios, lagos e lagoas) e também de piscinas, através de orientações rotineiras e campanhas educativas.

Embora não haja uma data oficial criada por lei, no Brasil é costume comemorar o Dia do Salva-vidas em 28 de dezembro. A escolha da data remonta a origem bíblica, já que se refere ao dia do Anjo Damabiah - da hierarquia do arcanjo Gabriel - responsável pelo bem-estar das pessoas que vivem do mar, para o mar e próximos do mar.

Portanto o Guarda-vidas é o profissional apto a realizar medidas preventivas, educacionais, de orientação e de salvamento em ambientes aquáticos, evitando afogamentos e preservando a vida de quem estiver em perigo. Em muitas cidades litorâneas, há guarda-vidas em praias mais freqüentadas e/ou perigosas, para pronto atendimento aos banhistas ou para avisar dos riscos provocados por animais como águas-vivas ou tubarões. Praticamente todos os países litorâneos do mundo possuem algum tipo de operação salva-vidas ou guarda costeira.

Esta profissão surgiu no século XX, e a Inglaterra foi um dos primeiros países a desenvolver o serviço de Salva-Vidas.


Você sabe a diferença de salva-vidas e guarda-vidas?
Para algumas fontes não há distinção. Mas guarda-vidas é o profissional de salvamento aquático e salva-vidas é uma qualidade de um objeto (Exemplo: colete salva-vidas).
 

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15 de dezembro de 2010

Verão. Onde está o perigo?


Ahhhh! Está chegando o Verão, a estação mais quente do ano. Muito calor e dias bem longos. As temperaturas estão lá em cima. Mas você só se preocupa em curtir ou assume um comportamento de cuidados que previnem doenças em curto e longo prazo?
Portanto cuidado! Abaixo algumas condições que podem prejudicar o seu verão.

Acidentes 
Vigie atenta e permanentemente as crianças. Utilize dispositivos de segurança (bóias e braçadeiras) adaptados à idade da criança e ensine-a a nadar o mais cedo possível. Coloque braçadeira com identificação e telefone para contato, caso a mesma se perca;
Opte sempre por frequentar praias devidamente vigiadas;
Não mergulhe em locais desconhecidos;
Respeite as bandeiras das praias e as indicações dos guarda-vidas;

Alimentos
Consumir preferencialmente alimentos frescos e cozinhados na hora e no caso de ter dúvidas sobre a procedência dos mesmos não os consumir;
Evite refeições pesadas e a ingestão de bebidas alcoólicas. Após uma refeição, aguarde uma hora antes de entrar na água.

Queimaduras de sol
É consequente da exposição excessiva aos raios ultravioletas. Os sintomas são: vermelhidão, ardência e formação de bolhas (queimaduras de 2º grau). As medidas preventivas são as mesmas da insolação. 

Insolação
É decorrente da exposição excessiva do corpo ao sol, podendo produzir queimaduras graves. Os principais sintomas são: vermelhidão da pele, temperatura corporal elevada, queda de pressão arterial, dor de cabeça, tontura, náuseas, desidratação e desmaio. Como prevenção, evitar o sol entre 10 e 16 horas, usar e abusar de líquidos e usar protetor solar, óculos escuros e chapéu. 

Alergias de sol
Ocorrem pelo efeito direto do sol sobre a pele ou de forma indireta, como uso de cosméticos, perfumes, produtos caseiros, medicamentos e picadas de insetos, que deixam a pele sensível aos raios solares. Os sintomas são: coceira, edema, manchas e erupções cutâneas. Para a prevenção, além dos cuidados com o sol, deve-se reconhecer os fatores que a determinaram. O tratamento é feito com antialérgicos sob orientação médica.

Micoses
São infecções da pele e unhas causadas por fungos que se multiplicam no verão devido ao calor e umidade. Os sintomas são: coceira, manchas brancas, escamações, principalmente nas dobras do corpo, unhas esfarinhadas e frieira entre os dedos dos pés. Para a prevenção, evitar locais úmidos e quentes, evitar andar descalço em vestiários de piscinas, manter os calçados bem arejados e secar bem as dobras do corpo e entre os dedos dos pés.

Herpes labial
É uma infecção produzida por vírus que acomete pessoas com baixa imunidade, estressadas e com exposição intensa ao sol. Os sintomas são: vermelhidão, ardência no local, seguidas da formação de bolhas dolorosas que, depois de secas, formam crostas. O tratamento deve ser feito sob orientação médica e dura em média 15 dias.

Bicho geográfico (larva migrans)
É um parasita do intestino de cães e gatos que, em contato com a pele humana, determina coceira intensa e lesão na pele em forma de túnel, principalmente ao nível dos pés e nádegas. Para a prevenção, não levar cães e gatos para a praia, não andar descalço e não deitar na areia sem a proteção de uma toalha.

Fitodermatose
Significa a reação de um vegetal (fito) na pele (dermatose) sob a ação do sol. Os principais vilões são o limão (taiti), o figo, a bergamota e o nabo. É importante lavar bem as mãos após o contato com o produto. O tratamento deve ser feito sob orientação médica.

Queimaduras por água viva
Aplicar água salgada ou vinagre sobre a região afetada. No caso de dor muito intensa, administrar analgésico e conduzir a vítima para um serviço de emergência.

Piercings e tatuagens
Se executados em locais sem fiscalização sanitária, aumentam o risco de se contrair hepatite B e C e outras doenças transmitidas por sangue contaminado. Para a prevenção, realizar o procedimento com um profissional licenciado e que utilize material descartável.


fonte: Fiocruz/DrBodachne

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31 de outubro de 2010

Novo protocolo 2010 RCP


Neste mês de outubro de 2010, foi disponibilizada a publicação com os “Destaques das Diretrizes” que resume os principais pontos de discussão e alterações nas Diretrizes de 2010 da American Heart Association (AHA) Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE). Ela foi desenvolvida para que os profissionais que executam a ressuscitação e os instrutores da AHA possam se concentrar na ciência da ressuscitação e nas recomendações das diretrizes mais importantes ou controversas ou que resultem em mudanças na prática ou no treinamento da ressuscitação. Além disso, explica o raciocínio adotado nas recomendações.

Este livreto de 32 páginas é um pequeno resumo do livro principal que tem "centenas de páginas" e ainda não está disponível em portugues, no momento só é vendido em inglês, já este resumo tem download gratuito e é distribuido em 17 idiomas, incluindo "portugues".

Tópicos:
> Indice
> Principais questões enfrentadas por todos os socorristas
> RCP de adulto por socorrista leigo
> SBV para profissionais de saúde
> Terapias elétricas
> Técnicas e dispositivos de RCP
> Suporte avançado de vida cardiovascular
> Síndromes coronárias agudas
> AVE/AVC
> Suporte básico de vida em pediatria
> Suporte avançado de vida em pediatria
> Ressuscitação neonatal
> Questões éticas
> Treinamento, implementação e equipes
> Primeiros socorros
> Resumo

    Guidelines AHA 2010 em portugues, resumo com download gratuito:

    DOWNLOAD


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    29 de outubro de 2010

    Dia Mundial de combate ao AVC - 29 de outubro


    “Uma em cada seis pessoas no mundo terá um acidente vascular cerebral em sua vida. Essa pessoa pode ser você!” Com esse lema os profissionais de saúde, encerraram uma série de eventos em todo o país alusivos à Semana Nacional de Combate ao AVC (Acidente Vascular Cerebral, ou derrame cerebral), e ao Dia Mundial do AVC, celebrado nesta última sexta (29).

    A data têm o objetivo de conscientizar a população quanto à prevenção, diagnóstico precoce, tratamento, entre outros assuntos relacionados à doença

    Segundo dados do Ministério da Saúde, o AVC é uma das maiores causas de morte. É como se estivéssemos mergulhados numa guerra global onde milhares de pessoas fossem mortas todos os anos. O AVC que já matou cerca de 17 milhões de pessoas em todo o mundo, é a primeira causa de incapacitação e redução da qualidade de vida e a terceira principal causa de morte no globo hoje. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o Brasil já ocupa o sexto lugar na lista das maiores vítimas de derrame, em números absolutos, atrás da China, Índia, Rússia, Estados Unidos e Japão. No Brasil, o número de mortes chega a 100 mil por ano.

    “É possível diminuir muito o risco de ter um AVC. E, tendo-o, há tratamento que, sendo feito de forma imediata, pode reverter completamente ou minimizar muito os danos. Por isso é tão importante informar a população”, afirma o neurologista Gustavo Daher Vieira de Moraes Barros - coordenador de neurologia do Hospital Vera Cruz de BH.

    Campanha “Um em cada seis”
    Idealizada pela Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization - WSO), a campanha em comemoração ao Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral acontece em 17 países, incluindo o Brasil, e tem o slogan "Um em cada seis” como tema, escolhido para destacar o fato de que no mundo de hoje, uma em cada seis pessoas terá um AVC durante a sua vida.

    A campanha comemora não apenas o fato de que o AVC pode ser prevenido, mas de que os sobreviventes de AVC podem recuperar-se totalmente e manter sua qualidade de vida com os cuidados e apoio adequados a longo prazo. Além disso, tem o objetivo de reduzir o impacto do AVC alertando a população para seis passos básicos e essenciais para o combate da doença:
    1. Conheça os seus próprios fatores de risco: hipertensão arterial, diabetes e colesterol alto.
    2. Seja fisicamente ativo e exercite-se regularmente.
    3. Evite a obesidade, mantendo uma dieta saudável.
    4. Limite o consumo de álcool.
    5. Evite o fumo do cigarro. Se você fuma, procure ajuda para parar agora.
    6. Aprenda a reconhecer os sinais de alerta de um AVC.

    Sobre o AVC
    Dados da OMS - Organização Mundial de Saúde registram que mais de 5 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao AVC. Os números indicam que aproximadamente um entre quatro homens e uma entre cinco mulheres poderão sofrer um derrame até os 85 anos de idade. No Brasil o AVC mata cerca de 100 mil pessoas por ano, de acordo com o MS.

    Os casos de AVC, quando não são fatais, podem deixar sequelas irreversíveis impedindo o paciente de realizar suas atividades diárias e levando-o a uma aposentadoria compulsória. Dados do ano de 2008 do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social revelam que havia mais de 312 mil aposentadorias ativas por doenças do aparelho circulatório, sendo o AVC a mais frequente, que geraram um gasto no ano de cerca de R$ 227 milhões. Os gastos com auxílio-doença foram de quase R$ 89 milhões.

    Boa parte das mortes relacionadas ao AVC poderia ser evitada se houvesse uma melhor divulgação dos critérios de tratamento exigidos nos casos de emergências médicas. A principal causa de AVC é a isquemia cerebral (AVC isquêmico), na qual uma artéria que leva sangue a uma parte do cérebro é fechada por um coágulo, o que resulta na morte do tecido cerebral que fica sem irrigação. Cerca de 85% dos casos de AVC são de origem isquêmica. Nas últimas décadas tem sido demonstrado que a rapidez e a organização no atendimento desta doença, além da utilização de protocolos e medicações específicas, diminuem a mortalidade e minimizam as sequelas.

    Assista e divulgue o vídeo de sinais de alerta do AVC

    O Protocolo de Tratamento Emergencial ao AVC inclui a administração do medicamento alteplase (r-TPA). Trata-se do primeiro e único trombolítico (medicamento que dissolve o coágulo que obstrui a passagem do sangue para o cérebro) aprovado pelas principais diretrizes nacionais e internacionais de tratamento do AVC. Quando administrado no intervalo de zero a quatro horas e meia do início dos sintomas, o medicamento aumenta as chances de uma recuperação completa, sem sequelas como incapacidade de fala, locomoção, distúrbios de memória e raciocínio. Tal característica possibilita a melhora significativa da qualidade de vida daqueles que são acometidos pelo AVCI.

    PELA BOCA
    Para minimizar o risco de o paciente ter um AVC, a alimentação é forte aliada.
    O consumo excessivo de alimentos ricos em sódio, como os industrializados, favorecem o aparecimento da hipertensão arterial sistêmica. Já excessos no consumo de alimentos ricos em gorduras, principalmente as saturadas, promovem o aumento do colesterol e do peso corporal, aumentando o risco de obesidade.
    Para quem tem pressão alta, os cuidados devem ser redobrados.
    “Não é preciso abolir alimentos do cardápio, mas, sim, evitar. As práticas de alimentação saudável são fundamentais para prevenção do AVC”, explica a professora do curso de nutrição da Universidade Federal do Pará, Vanessa Lourenço.


    fonte: MS/DiariodoPara/FarolComunitario
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    20 de outubro de 2010

    RCP. Agora a massagem cardíaca é a prioridade


    A Associação Americana do Coração divulgou as novas diretrizes mundiais para o atendimento da parada cardiorrespiratória (PCR).

    Segundo documento divulgado na última segunda-feira pela American Heart Association (AHA), válido também no Brasil, a massagem cardíaca deve ser priorizada, especialmente quando quem estiver prestando socorro não tiver treinamento.

    A orientação havia sido adiantada em novembro de 2009, na reunião da Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (Ilcor, na sigla em inglês) e só não é válida se a vítima for criança ou em casos de afogamentos e acidentes, quando é a falta de oxigenação que leva à parada cardíaca.

    O grande foco está nas massagens cardíacas, que podem ser feitas pela própria população. A massagem cardíaca data de 1740, mas a maioria das pessoas não sabe como realizá-la. Se ela for aplicada corretamente e imediatamente a vítimas de parada cardíaca, pode salvá-las.
    Por ano, 308 mil brasileiros sofrem paradas cardíacas.
    São cem compressões por minuto, realizadas na altura mediana do osso externo do tórax, com profundidade exata de 5 cm, para adultos e crianças maiores de 1 ano.

    arte: O Dia


    Essa ação, segundo Sergio Timerman, cardiologista do InCor (Instituto do Coração), pode não só salvar a vida de uma pessoa com parada cardiorrespiratória como resultar em menor número de sequelas neurológicas.

    As massagens são cruciais para o retorno da circulação espontânea do sangue, o que resulta em sobrevivência com qualidade de vida. Estudos internacionais mostram que a sobrevida das vítimas de PCR pode chegar a 75% se a massagem cardíaca for realizada de maneira adequada e precoce, seguida de choque com desfibrilador, no prazo de três minutos desde a parada cardiorrespiratória.



    BOCA A BOCA

    As novas diretrizes recomendam ainda que somente pessoas treinadas em suporte básico de vida agreguem a respiração "boca a boca" às massagens cardíacas.

    "Ao se preocupar com a respiração boca a boca, a pessoa não treinada diminui o número e a qualidade das compressões, o que não é adequado, já que são essas as manobras principais até a chegada do socorro médico", diz Timerman.

    As novas recomendações também visam melhorar a eficácia do tratamento hospitalar. Além do controle de parâmetros clínicos como pressão arterial, temperatura e glicemia e eletrólitos, está preconizada a realização do cateterismo, com angioplastia e implantação de stent, imediatamente após a para da cardiorrespiratória.

    Estudos internacionais revelam que pacientes vítimas de parada cardiorrespiratória submetidos a esses procedimentos apresentam até 30% menos sequelas neurológicas decorrentes da PCR.

    Outra importante técnica recomendada é a hipotermia -técnica de diminuição controlada da temperatura do corpo, para recuperação de células e de tecidos danificados pela baixa oxigenação do sangue. Com ela, estudos apontam que os pacientes têm três vezes mais chances de sobreviver à PCR sem sequelas neurológicas.

    fonte: EstadaoOnline/FolhaOnline/ODia
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    13 de julho de 2010

    Incêndio em óleo de cozinha

     
    O que você faria se uma frigideira ou panela com óleo no fogão pegar fogo?
    Jogar aguá certo? Pois a água apaga fogo, certo?
    Isso é o que você não deve fazer. Não neste caso.
    Quando em contato com a água, o óleo se espalha (muitas vezes espirra), e leva o fogo junto. Sendo assim, aprenda o que você deve fazer nesses casos.


    Se uma frigideira ou panela pegar fogo em sua cozinha, não entre em pânico.

    Apenas siga essas instruções:

    1. Desligue o fogo.

    2. Molhe um pano e torça (retirando o excesso de água).

    3. Coloque o pano sobre a panela, e espere até que esfrie completamente (não saia mais vapor).

    Não tente mover a panela.

    E NUNCA JOGUE ÁGUA DIRETAMENTE SOBRE O FOGO!

    Os efeitos podem ser TERRÍVEIS.


    Repasse aos seus amigos, ensine seus empregados, mostre aos seus filhos.

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    11 de julho de 2010

    Picadas de abelhas: Primeiros socorros

    Uma vez quando trabalhando em retirada de animais agressivos, neste caso abelhas, fui picado na mão esquerda por uma abelha africana. Fora a dor no local após alguns minutos, o braço inteiro ficou inchado no mesmo dia e foi diminuindo o inchaço por mais alguns dias. Pessoas mais alérgicas podem ter sérias complicações quando picadas por abelhas, sejam elas européias ou africanas.

    Origens
    As abelhas com ferrão não existiam no Brasil. Hoje, pode-se dizer que as abelhas brasileiras são o resultado do cruzamento entre as espécies européias e africanas, trazidas no passado.
    A introdução das abelhas européias é atribuída aos jesuítas, que em 1839 trouxeram de Portugal enxames para o Rio de Janeiro. Em 1845 colonizadores alemães também as trouxeram da Alemanha, para os estados do Sul do Brasil. Em 1870 e 1880 recebemos abelhas da Itália no Estado do Rio Grande do Sul, e em 1895 mais abelhas italianas para o Estado de Pernambuco. Além destas, muitas outras foram trazidas, mas não há registros.
    Em 1956 pesquisadores trouxeram abelhas africanas para o Estado de São Paulo, com o intuito de aumentar a produtividade do mel.
    Logo estas abelhas cruzaram com as espécies européias dando origem a uma espécie híbrida que devido à sua vitalidade, atualmente é a mais comum nas Américas: a abelha africanizada brasileira.

    Efeitos
    Os efeitos das picadas de abelhas variam de intensidade, na dependência do número de ferroadas e da sensibilidade do organismo.
    Após uma pessoa ter sido atacada por um enxame de abelhas, o sistema imunológico reage, produzindo histaminas e podendo levar ao choque anafilático.


    Prevenção
    --Fuja de abelhas como você fugiria de uma cobra ou outro animal venenoso. A brincadeira com uma abelha pode provocar a reação do enxame inteiro.
    --Nunca se aproxime a menos de 15 metros da colméia. As abelhas vão perceber sua presença quando você estiver já a 30 metros.
    --Se você "der de cara" com uma colméia e o ataque foi iminente, procure uma rota de fuga. Alguns enxames chegam a perseguir pessoas por até 400 metros a uma velocidade de 28km/h. Se estiver de bicicleta, suma!
    --Se for atacado não grite ou se agite. Isso provoca uma reação instintiva de defesa das abelhas. Elas vão te picar mais.
    --Fique atento ao perceber o zunido de uma colméia.
    --Roupas escuras ou com cores vibrantes perturbam as abelhas. Use roupas claras, de preferência branco.
    --Perfumes e loções pós-barba atraem os insetos como as flores. Não use.
    --A regra de pular na água durante um ataque é válida.


    Fui picado! E agora?

    Uma pessoa alérgica vai apresentar os primeiros sintomas 3 a 4 minutos após receber a(s) picada(s): dificuldade de respirar, pele avermelhada e até desmaio. Nesses casos, sempre levá-la ao Hospital para os Primeiros Socorros, o quanto antes.
    --Remova o ferrão do inseto o mais rápido possível raspando o local com aborda de uma cartão de crédito. Não tente retirar com os dedos pois a pressão pode deslocar mais veneno para o local da picada.
    --Lave o local da picada com água e sabão.
    --Coloque sobre o local da picada uma compressa fria (coloque o gelo em um pedaço de pano ou saco plástico, e não diretamente sobre a pele). Mantenha a compressa por 15 a 20 minutos, isso diminui o inchaço e propagação do veneno.
    --Mantenha a região da picada abaixo da linha do coração (Sente. Evite deitar-se).
    --Procure sempre ajuda médica se a respiração ficar difícil, se houver múltiplas picadas (+ 15), ou se for alérgico.
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    30 de junho de 2010

    Não basta ter a cadeirinha. É preciso saber instalar e usar


    Não basta apenas comprar cadeiras e assentos de segurança para garantir a segurança do seu filho. É importante instalá-la de acordo com as instruções do manual, pois a maioria das cadeiras e assentos de segurança é instalada de forma incorreta. Também é importante usar cadeiras certificadas que sejam apropriadas ao tamanho e ao peso da criança e que se adaptem devidamente ao seu veículo.

    Instalar a cadeirinha do carro não é tarefa fácil. É preciso passar o cinto de segurança do veículo pelos locais indicados no manual de instrução do assento (nem sempre muito bem explicado) e apertar bem, até que a cadeira praticamente não se mexa. Para isso, você ou outra pessoa terão que literalmente subir na cadeira, para forçá-la contra o estofado e garantir que a instalação esteja realmente firme.

    De acordo com especialistas, o melhor lugar para a instalação da cadeirinha (de quem tem um filho só) é no assento do meio do banco traseiro, para diminuir o risco de um impacto no caso de acidentes.

    Não adianta ter a cadeirinha e não prender seu filho direito. O cinto da cadeirinha precisa ser colocado de forma que apenas um dedo caiba entre o cinto e o corpo da criança, ou seja, o cinto precisa ficar justo.

    Você saberá que ele está bem colocado se não conseguir "pinçar" o tecido usando os dedos polegar e indicador. O motivo disso é que, se o cinto estiver largo, além de a criança poder se soltar, no caso de acidente haverá um forte impacto do corpo dela com o cinto, o que já é suficiente para provocar lesões graves.

    Em outros países, como nos Estados Unidos, os carros são equipados com um sistema, chamado LATCH, que facilita a instalação das cadeirinhas. No Brasil o sistema não é obrigatório, portanto você vai precisar instalar o equipamento com o cinto de segurança do veículo.

    É logo ali!
    A regularidade no uso também é essencial. Não use a cadeirinha só para viajar, ou apenas em distâncias mais longas. Acostume seu filho a usá-la sempre, nem que seja para ir até a esquina.
    Grande parte dos acidentes acontece perto de casa, em ruas onde a velocidade não passa de 60 km/h. O corpo das crianças é frágil, e as cadeirinhas são projetadas para segurá-las nos pontos mais resistentes do organismo, de modo a causar o mínimo de ferimentos internos. O próprio impacto com o cinto de segurança, quando ele está na posição inadequada, ou muito largo, pode causar lesões nos órgãos e levar à morte.
    Por isso, usar cadeirinha de carro para crianças deve ser um procedimento automático, como usar o cinto de segurança é para os adultos.

    Não posso carregar meu recém-nascido no colo, no banco de trás?
    Não. O corpo do adulto acaba esmagando a criança na hora do acidente, em vez de protegê-la.
    A legislação do Contran determina que todas as crianças usem a cadeirinha até os 7 anos e meio, ou seja, recém-nascidos também estão incluídos. Seu filho deve sair da maternidade já bem amarradinho na cadeirinha. Você pode até treinar antes de ele nascer, instalando a poltrona e colocando e tirando um boneco para ir se acostumando com os fechos. Inclua a cadeirinha na lista de coisas a comprar durante a gravidez.

    Saiba mais
    Muitas colisões acontecem perto de casa. A maioria também ocorre em ruas com baixos limites de velocidade, por isso é importante usar a cadeira mesmo em pequenas distâncias.

    Esteja atento ao selo de certificação de Padrões de Segurança Brasileiro (selo do Inmetro), Europeu ou Americano. O Brasil possui a NBR 14400, norma obrigatória que estabelece os requisitos de segurança de dispositivos de retenção para criança em veículos (cadeira e assento de segurança). Todas esses dispositivos vendidos em território nacional a partir de 1º./10/2008 devem conter o selo do Inmetro.

    O airbag do passageiro pode machucar seriamente uma criança que estiver sentada no banco da frente, por isso se for transportar uma criança em camionete desative esse dispositivo.
    Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente.
    Os ERROS mais comuns:
    • Usar uma cadeira inapropriada para a idade e o tamanho da criança;
    • Colocar uma criança menor de 1 ano de idade ou com menos de 9 kg em uma cadeira de segurança de frente para o movimento;
    • Não instalar a cadeira bem presa ao banco do carro, e não colocar a criança corretamente na cadeira de segurança;
    • Instalar a cadeira no banco da frente.


    Outras lesões dentro do carro
    Se a temperatura exterior estiver alta, dentro do carro o calor quase dobra. Nessas condições, as crianças podem sofrer sérias lesões em poucos minutos, pois seu corpo não suporta altas temperaturas.

    Outro alerta importante é em relação aos vidros elétricos. Muito cuidado, pois as crianças podem sufocar-se, caso ela feche a janela de forma acidental enquanto está com a cabecinha para fora.

    Por estas razões, nunca deixe uma criança sozinha no carro ou o veículo aberto, pois ela pode entrar e não consegue mais sair.

    Evite esse tipo de acidente:
    • NUNCA deixe seu filho sozinho dentro do carro;
    • Antes de trancar o carro, certifique-se de que as chaves estão com você e deixe-as longe do alcance da criança;
    • Ensine seu filho a não brincar dentro ou perto de carros;
    • Mantenha os bancos de trás travados para impedir que seu filho entre no porta-malas por dentro do carro.

    Enquanto você dirige
    Caso seu veículo seja 4 portas, enquanto estiver dirigindo com crianças no banco de trás, assegure-se de alguns itens:
    • Trave as portas traseiras. Os veículos possuem uma trava manual, para impedir que o passageiro do banco de trás não possa abrir a porta internamente;
    • Em caso de vidro elétrico traseiro, trave a abertura das janelas. Os veículos que contém este opcional possuem uma trava que impede o passageiro de abrir as janelas.

    Fonte: CriançaSegura/BabyCenter
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    3 de junho de 2010

    Dicas do Corpo de Bombeiros para evitar acidentes com fogos de artifício


    Cuidados com fogos de artifício
    Nem só de fogueira, canjica e bandeirinha se faz uma festa junina. Infelizmente. Com a chegada das Festas Juninas, os Pronto Socorros e hospitais também contabilizam números de acidentes nada animadores.

    A maior parte deles são conseqüência do mal uso de fogos de artifício. Esses efeitos bonitos, que alegram as festas de junho e julho, são os principais vilões dos casos de queimaduras de segundo e terceiro grau na cidade, segundo a Sociedade Brasileira de Queimaduras(SBQ). Fogos de artifício causam, geralmente, queimaduras de segundo grau que necessitam de uma média de 15 dias de tratamento médico.


    De acordo ainda com a SBQ, estatísticas realizadas em 2005 e 2006 demonstram que o número de entrada nos hospitais, em razão de queimaduras, chega a dobrar nos dois meses comemorativos. Mais de 80% das vítimas são crianças.

    Os números ainda são alarmantes por dois motivos. O primeiro é que as pessoas não observam as regras de vendas de fogos, e, vendem para crianças, o que obrigatoriamente só poderia ser manuseado por um adulto. Segundo porque o brasileiro teima em não seguir os manuais, em não ler atentamente o que manda a embalagem. Fogos são relativamente seguros, desde que usados corretamente.

    Segundo o presidente da SBQ, a maior incidência de queimaduras acontece na região dos membros superiores, que ainda podem sofrer outros tipos de lesões, também comuns do uso indevido de fogos: a perda de parte ou de toda a mão.

    Outra coisa que preocupa muito é a tradição de que em festa junina, deve-se pular fogueira. Depois dos fogos de artifício, essa é a segunda causa das ocorrências.

    Primeiros socorros
    Para quem se queimou, a dica é simples: molhe de imediato com água corrente e fria (nunca use gelo) por 5 a 10 minutos a parte do corpo que entrou em contato com o fogo. Em seguida procure atendimento médico rapidamente.

    "Existe uma lenda que diz que molhar queimaduras dá bolha. Isso não tem nada a ver. A bolha aparece, se for para aparecer"

    Risco de Infecções
    Produtos como pó de café, óleo de cozinha, clara de ovo, pasta dental e outros agentes que costumam entrar em campo quando o assunto é queimadura, em geral, podem piorar a situação e comprometer o caso. O primeiro socorro é somente com água mesmo.



    Confira as dicas do Corpo de Bombeiros para evitar acidentes:
    • Compre fogos de artifício em lojas credenciadas e evite a aquisição junto a camelôs;
    • Sempre siga as instruções das embalagens de fogos e siga a faixa etária de manuseio de cada um;
    • Solte fogos somente em locais abertos;
    • Nunca libere os fogos na direção de outras pessoas;
    • Nunca manuseie fogos depois da ingestão de bebidas alcoólicas;
    • Crianças não devem soltar fogos. E sempre devem estar acompanhadas por um adulto, para uso das "bombinhas" que são permitidas para a sua idade.


    fonte: Acessa/SBQ/CB-SP
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    6 de junho. Dia Nacional de luta contra Queimaduras



    Dia 6 de junho será oficialmente o primeiro "Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras". 

    Sancionada em 9 de setembro de 2009 pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei instituiu o dia 6 de junho como ”Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras”. Com esta vitória, a Sociedade Brasileira de Queimaduras espera que a prevenção às queimaduras ganhe mais força em todo o território nacional, evitando desta forma os acidentes que ferem e marcam as pessoas para sempre. Para isso esta data visa tornar mais forte a prevenção às queimaduras pois muitos acidentes acontecem com produtos químicos, eletricidade, fogo e marcam para sempre a vida das pessoas.

    Junto a esta data o Ministério da Saúde lança a Semana Nacional de Prevenção e Combate a Queimaduras, com a finalidade de divulgar as medidas preventivas necessárias à redução da incidência de acidentes envolvendo queimados pois 80% das queimaduras acontecem por acidentes domésticos, provocados por descuido que poderiam ser perfeitamente evitados.

    Medidas de prevenção, como evitar que a criança entre na cozinha, guardar fósforos e produtos inflamáveis longe do alcance, podem preservar essas vidas. Em 2004, segundo pesquisa realizada pelo Datasus, no Brasil, 387 crianças morreram vítimas de queimaduras. A maior incidência está entre crianças de 1 a 4 anos, com 188 óbitos. As vítimas de queimaduras que com ficam com seqüelas são cerca de 17 mil.

    No ano de 2006, 366 crianças morreram e mais de 16 mil foram hospitalizadas vítimas de queimaduras, segundo o Ministério da Saúde, no Brasil.

    As conseqüências causadas pelas queimaduras podem ser muito graves, principalmente no caso das crianças. O resultado são sequelas físicas, emocionais, financeiras e sociais permanentes. No que diz respeito aos gastos, para se ter uma idéia, a queimadura por fumaça, fogo e chamas representa o maior custo, entre os acidentes, para os hospitais públicos representando R$ 1,1 mil por internação.

    A prevenção é a melhor forma para se evitar acidentes com queimaduras e a informação é o caminho para divulgar como isto deve ser feito.


    fontes: SBQ/MS
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    19 de abril de 2010

    Às vezes, todo mundo se machuca...

    “Pelo bem de todos, dirija com segurança…” esta é a mensagem principal desta retrospectiva de campanhas produzidas pela TAC - Transport Accident Commission (Comissão de Acidentes Rodoviários do Governo Australiano) nos últimos 20 anos. A montagem apresenta cenas fortes que têm ajudado muitas pessoas a mudar a sua forma de dirigir naquele país.
    A trilha sonora é um dos pontos altos desta compilação, todas as imagens foram editadas e são exibidas ao som da comovente “Everybody Hurts” (Todo mundo se machuca, numa tradução livre) do REM.


     
    reprodução do Blog Chapa Branca
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    30 de março de 2010

    Telemedicina nas ambulâncias reduz o número de mortes


    Condutores, técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos e coordenadores do Samu passam nesta segunda (29) e terça-feira (30) por capacitação para o uso dos kits que vão permitir a análise de eletrocardiogramas em poucos minutos, diagnosticando o paciente antes que ele seja levado ao hospital.

    A partir de abril, oito novas ambulâncias de suporte avançado do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu 192) passarão a contar com o programa em Telemedicina do Ministério da Saúde.

    Os treinamentos estão sendo realizados por profissionais do Hospital do Coração de São Paulo, em parceria com o MS. “A viatura avançada atende o paciente com suspeita de enfarto e a equipe faz o eletrocardiograma, manda via celular para a central em São Paulo, que responde com o laudo e sugestão de tratamento. A ação diminui os custos hospitalares, já que o paciente é encaminhado diretamente para o hospital de referência”, explica o enfermeiro e membro do Instituto de Ensino e Pesquisa do HCor, Antônio Cláudio de Oliveira.

    Cerca de 150 profissionais de toda a Bahia passam pela capacitação que está acontecendo na sede do Samu 192 de Salvador. O curso traz orientações sobre como utilizar a nova tecnologia de transmissão via ondas de rádio, a Tele-eletrocardiologia. O programa será estendido para o Samu de todo o Estado.

    Salvador já conta com o programa desde 2007 e foi pioneira em todo o Brasil. Hoje, são quatro ambulâncias equipadas com o kit. “Com a telemedicina é possível definir um diagnóstico precoce e assim reduzir em até 20% o número de mortes por doenças cardiovasculares. Nos casos confirmados, por exemplo, podemos encaminhar o paciente diretamente para o Hospital Ana Nery, referência hoje em Salvador para doenças do coração, e assim ganhar tempo no tratamento”, esclarece o coordenador do Samu 192 de Salvador, Ivan Paiva.

    fonte: JornaldaMidia
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    21 de março de 2010

    Bebê morre afogado em balde no interior de SP

    Bacias, vasos e baldes são armadilhas mortais para crianças em casa.

    Afogamentos são a maior causa de morte acidental até 4 anos, segundo governo.
    ONG Criança Segura diz que acidentes domésticos matam 6 mil crianças por ano.

    Uma pequena distração pode virar uma tragédia quando se lida com crianças. Em poucos minutos, elas podem sofrer acidentes domésticos que deixam seqüelas e até perder a vida dentro de casa. O pior de tudo é que os acidentes poderiam ser evitados.

    Uma menina de 9 meses morreu afogada em um balde com água, no sábado (20/3), no bairro Varjão, em Jundiaí, interior de São Paulo. O avô encontrou o corpo do bebê com a cabeça para baixo dentro do balde, que era usado para dar banho na criança. Ele havia saido da casa para fazer compras por cerca de 40 minutos, deixando mãe e filha dormindo em casa.
    Conforme boletim de ocorrência divulgado pela polícia, a mãe, 22 anos, dormia na cama junto ao bebê. Ela disse que a criança deve ter acordado e engatinhado até o balde, que estava cheio.
    A familia chegou a ligar para o Corpo de Bombeiros e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), porém, quando o socorro chegou, a menina já estava morta.

    Acidente silencioso
    Os afogamentos são a principal causa da morte acidental entre crianças de 1 a 4 anos, segundo dados do Ministério da Saúde. O levantamento aponta que, entre crianças de 0 a 14 anos, os afogamentos são a segunda maior causa, perdendo apenas para acidentes de trânsito. Para a coordenadora da ONG, o número de afogamentos é extremamente alto.

    “É um acidente silencioso, porque em apenas seis minutos a criança já entra em processo de afogamento, que pode deixar seqüelas e até levar à morte. No início da vida da criança são mais comuns casos em bacias, vasos sanitários, baldes e depois, a partir dos 4 anos, os casos migram para acidentes em águas abertas, como represas, rios e praias”, afirma Thaís.

    Muitos afogamentos acontecem dentro de casa, na banheira ou mesmo em um balde usado para a limpeza. Qualquer recipiente com água representa perigo. De acordo com a ONG Criança Segura, as crianças podem se afogar em apenas 2,5 centímetros de água.

    Thaís ressalta que é necessária uma supervisão ativa. A companhia de um adulto e o uso de equipamentos de segurança em uma piscina, por exemplo, nem sempre são suficientes. De acordo com ela, muitos acidentes acontecem quando as crianças estão acompanhadas.

    “Se a mãe deixa a criança por um instante para atender um telefone ou abrir a porta, é o tempo de a criança se afogar”, diz Thaís. “As pessoas nunca acham que vai acontecer na família delas e, quando acontece, as seqüelas são terríveis. Um acidente doméstico é a pior coisa que pode acontecer. A boa notícia é que podem ser evitados.”


    Perigos em casa
    As famílias podem não perceber, mas a casa oferece muitos perigos para os pequenos. Nas salas, crianças podem tomar choques em tomadas desprotegidas e fios desencapados. Muitos bebês ainda podem subir e cair de móveis, além de usá-los para alcançar janelas.

    No fogão, os cabos das panelas devem ficar voltados para dentro. Conforme orientações da ONG, as bocas dos fundos é que devem ser usadas preferencialmente. É preciso ter cuidado também com produtos de limpeza, que podem envenenar as crianças.

    “Muita gente ainda tem álcool em casa, por ter aquela idéia de que ele limpa e desinfeta. O número de crianças que se acidentam com esse produto é grande”, diz a coordenadora. Ela ressalta o levantamento do Ministério da Saúde, que mostra que as queimaduras são a segunda maior causa de morte acidental até os 4 anos de idade.

    O uso de redes de proteção é indicado em apartamento ou casas com janelas altas. Escadas também devem ficar protegidas e as crianças não devem subir ou descer sem a ajuda de um responsável.

    Se, apesar de todos os cuidados, uma tragédia acontece, os pais ou responsáveis devem procurar ajuda médica imediatamente.
    O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de criança aprendam técnicas de Reanimação Cardiopulmonar (RCP).


    fonte: G1/ONGCriançaSegura
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    10 de março de 2010

    HOSPITALAR amplia área de atuação no setor de Enfermagem


    Ciente da importância dos profissionais de Enfermagem no universo da saúde, a HOSPITALAR dedica espaço cada vez maior a esta categoria. Nesta edição, que acontece de 25 a 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, haverá uma área exclusivamente voltada para estes profissionais.

    Através de uma parceria com o COREN-SP – Conselho Regional de Enfermagem – São Paulo, será realizado junto à HOSpo PITALAR o 1º Fórum de Enfermagem, que vai ocupar o pavilhão Amarelo do ExCenter Norte.

    O programa do Fórum, desenvolvido pelo COREN-SP, terá como tema central "Enfermagem para Segurança do Paciente" e vai oferecer um conteúdo científico de alta qualidade, com palestrantes nacionais e internacionais.

    Exposição conjunta
    Junto ao Fórum, será realizada uma exposição de produtos, equipamentos e serviços voltados para a área de enfermagem organizada pela HOSPITALAR, com o objetivo de aproximar estes importantes profissionais da indústria fornecedora.

    A exposição vai contar com as tradicionais empresas já participantes da HOSPITALAR e novas empresas nas áreas de equipamentos, descartáveis, editoras, instituições de ensino, vestuário, entre outras. “Com essa oportunidade de falar diretamente com o público de Enfermagem, muitas empresas estão optando por adquirir espaço na Hospitalar e também no Fórum, que vai ocupar o pavilhão Amarelo”, disse José María Lasry, gerente de negócios da HOSPITALAR.

    Além dos participantes do Fórum, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares, a exposição também estará aberta aos demais visitantes da HOSPITALAR. “Os profissionais de enfermagem têm uma posição muito destacada dentro dos estabelecimentos de saúde, sendo, muitas vezes, decisivo para a compra de produtos e equipamentos. Participando deste evento específico, a empresa terá a chance de falar diretamente com estes profissionais com grande influência na decisão de compras”, afirmou Lasry.

    fonte: CorenSP
    (foto: divulgação)
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    21 de fevereiro de 2010

    Reconheça os 5 principais sintomas de um ataque do coração


    As doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e derrame cerebral) são, ainda hoje, nos países de primeiro mundo e nas grandes cidades brasileiras, a principal causa de mortalidade e de lesões físicas limitantes e definitivas, ocorrendo, muitas vezes, em idade precoce.

    Quando as mãos de Eugenia Smith, de 46 anos, começaram a formigar, ela achou que as luvas que usava para pedalar precisavam ser mais espessas. Quando sentiu falta de ar durante uma pequena caminhada, imaginou que estivesse com pneumonia. E quando seu peito doeu, atribuiu a uma indigestão. As três vezes ela errou: Eugenia estava tendo um ataque do coração e precisou pôr três stents. Até então, sua saúde era perfeita. Pode parecer estranho não perceber os sinais de um ataque do coração, mas os cardiologistas garantem que não identificar os sintomas é muito comum.
    -Isso acontece o tempo todo, toda a semana - garante o cardiologista americano Kenneth Rosenfield, do Massachusetts General Hospital.
    Ele diz que um ataque do coração à la Hollywood - quando a pessoa cai devido a fortes dores no peito - é uma exceção, não uma regra.
    -Temos que fazer um trabalho melhor para as pessoas reconhecerem os sintomas ligados a um ataque cardíaco.

    Os sinais para reconhecer um ataque do coração variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas, listados abaixo pela Associação Americana do Coração, não podem passar despercebidos. Reconhecê-los pode evitar que os danos sejam maiores. Confira.

    1) Desconforto na região do peito
    Mesmo que nem todos que estão enfartando sintam dores no peito, este é o sinal mais comum, segundo a Associação Americana do Coração. A dor não é necessariamente esmagadora e pode ser confundida com indigestão. Não espere a dor aumentar para procurar um médico.

    2) Dores na parte superior do corpo
    Algumas pessoas sentem uma pressão incomum atrás dos ouvidos junto com uma pressão na nuca. Rosenfield diz que dores fortes em diferentes partes do corpo simultaneamente podem indicar que a pessoa está tendo um ataque do coração.
    - Digo para meus pacientes que eles devem estar atentos a qualquer sintoma diferente ou incomum, como sensação de peso, pressão, compressões, dores no peito, atrás do pescoço, nos ombros ou nos braços, no cotovelo, no queixo, na garganta e até mesmo nos lóbulos das orelhas - explica Rosenfield.
    Para saber a diferença se estas dores são características de algum problema cardíaco, o cardiologista pede para prestar atenção no histórico familiar - se alguém próximo sofre de males do coração - ou se a pessoa tem pressão alta ou colesterol alto. Outros motivos para prestar atenção aos sintomas são se eles aparecem sem nenhuma causa aparente, se pioram durante o exercício físico, se não passam nunca ou se vão e voltam.

    3 - Problemas gastrointestinais
    Dores no estômago e náusea podem ser um indicativo de enfarte. São incômodos diferentes dos causados por uma úlcera, por exemplo. Pacientes com histórico de hipertensão arterial e problemas vasculares devem ter maior atenção.

    4 - Sintomas de gripe
    O médico Robert Superko, autor do livro "Antes do Ataque do Coração", diz que uma forte fatiga, uma sensação de exaustão por muitos dias e problemas gastrointestinais, e uma sensação geral de não estar se sentindo bem podem ser sintomas de um ataque do coração ou de problemas cardíacos - e são fáceis de serem deixados para lá.
    - As pessoas descrevem o ataque do coração como se fosse um resfriado - diz Superko.

    5 - Faltade ar
    Sentir falta de ar pode ser um sintoma de enfarte mesmo que a pessoa não esteja com dores no peito ou qualquer outro mal-estar.

    fonte: OGlobo
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